O deputado Flávio Bezerra (PRB-CE) se instalou nesta semana no gabinete que pertencia ao falecido deputado Clodovil Hernandes (PR-SP). Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus desde 1988, ele defende posições polêmicas em relação aos pensamentos religiosos, como a descriminalização do aborto.
Em vez de me matar não poderia só me torturar mesmo?”*
Saiu no final da tarde de terça-feira pela agência AFP:
Reforma da saúde atrapalha planos de Obama para aborto
WASHINGTON, EUA — O direito ao aborto, defendido pelo presidente Barack Obama, recebeu um duro golpe nos Estados Unidos depois da votação na Câmara dos Representantes de uma emenda que restringe o acesso à interrupção da gravidez na rede pública de saúde; associações feministas acusam o governo de traição.
(…)
“Tínhamos o candidato mais favorável à livre escolha em décadas, mas não temos um presidente a favor da livre escolha”, disse Terry O’Neill, presidente da grande associação feminista National Organization of Women (NOW).
O senador independente Bernie Sanders declarou que “é duro imaginar que com um presidente democrata e um Congresso democrata daremos um grande passo para trás em uma luta iniciada pelas mulheres há décadas”.
Hum… Estou quase me convencendo que foi um passo realmente importante a emenda da Câmara ao Plano de saúde do governo Obamaborto. Tomara.
Na madrugada de domingo a notícia: não, o plano de reforma na saúde americana, que cria um plano de seguro público, a concorrer com os privados, não inclui abortos por demanda. Foi aceita a proposta pró-vida, que reforça o não uso de fundos públicos para abortos, por 240 votos a favor e 194 contra.
A restrição ao aborto causou ainda reações firmes na ala liberal do partido democrata, de Obamaborto, que anunciou esforços para retirar a emenda na votação no Senado.
*** Ainda quero entender… Os jornais divulgam que houve uma vitória dos pró-vida ao terem uma emenda aprovada no plano de saúde do governo Obamaborto. A vitória: impedir o financiamento público de abortos, menos nos casos de exceção como risco de morte para a mãe, incesto ou estupro.
Não é uma derrota? Bem, em política tudo é tão relativo! De repente as restrições ao aborto vão ter consequências maiores já que, pelo que entendi, os planos de saúde adquiridos por empresas privadas, com subsídios federais, estarão sujeitos às mesmas restrições. Ou seja: menos clínicas oferecendo cobertura de aborto em qualquer situação (por demanda)?
Os abortistas acharam que isso foi um retrocesso e as vezes acho que eles estão blefando… Mas, em todo caso, agora é a vez do senado americano votar o plano. E, pelo que já li, o senado é majoritariamente pró-aborto.
Sei lá… Tudo pode acontecer, estamos na era Ratzinger!
Uma mulher que faz um aborto, Luciana… Carrega isso pra sempre. Aqui [no coração] e aqui [na cabeça]. Não esquece. Não esquece. Morre sem esquecer.” – Helena, personagem de Taís Araújo, em cena de Viver a Vida.
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Helena é a personagem principal de Viver a Vida. Ela é modelo e no começo da carreira fez um aborto para poder viajar para o exterior e ascender profissionalmente. Ela se sente culpada por isso e no capítulo de quarta-feira, 04, ela deu um tapa em uma personagem após ouvir estas palavras: “Você matou um filho pra chegar onde chegou”.
Acima está o vídeo da cena. Não sei em quem, realmente, Helena deu esse tapa… Na dúvida prefiro não criar muitas expectativas sobre a história de Helena. Mas, pelo que já li, o autor da novela deve castigar a personagem pelo aborto que fez: ela será estéril.
Que discussão pretende o autor Manoel Carlos? Realmente contrária ao aborto? É uma incógnita. De todo modo foi uma cena interessante.
É um menino! Ele nasceu na última terça-feira, 3, no Acre, com 700g e permanece numa incubadora da maternidade de Rio Branco após ter sobrevivido a um aborto autorizado pela justiça brasileira.
O aborto foi provocado devido a mãe, de 13 anos, ter sofrido um estupro. A mãe não quer ver a criança e muitas pessoas já manifestaram desejar adotar o pequeno.
Abby Johnson foi diretora de uma das clínicas da maior rede de abortos do mundo, a Planned Parentehood, por dois anos e há oito era voluntária da rede. Foi em 06 de outubro passado que, ao assistir o ultrassom de um aborto, Abby abandonou as fileiras abortistas e tornou-se pró-vida, militante da americana “Coalition For Life”.
Com receio da repercussão da mudança de Abby, a Planned Parenthood entrou na justiça para garantir que o sigilo de clientes e profissionais da indústria do aborto não sejam prejudicados pelas manifestações das quais Abby possa participar.
Em São Bento do Sapucaí, São Paulo, a Comissão Especial aprovou a nova Lei Orgânica inspirada em ações pró-vida. Agora o projeto segue para mais duas comissões. São Bento do Sapucaí pode se tornar o primeiro município pró-vida do país.