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Fetos sentem dor

Com 20 semanas receptores de dor estão presentes em toda a pele do bebê em gestação. Esses receptores estão ligados mediante nervos ao tálamo e a lâmina subcortal, e que essas crianças coordenaram reações aversivas a estímulos dolorosos, e experimentam mais hormônios de estresse com isso.

Segue artigo traduzido pelo Julio Severo sobre o assunto.

Relatório ridicularizando dor fetal mostra chocante falta de base acadêmica
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Peguei no blog blog Contra o Aborto, do William Murat, e estou divulgando a imagem que é um breve resumo do pacotão Dilma: uma ideia ruim de matar, mesmo.

Ela, assim como os outros monstros da foto, têm em comum a mesma ideologia aborteira que transforma o valor da vida humana no tamanho da produção de bens que ela é capaz de ofertar (“qualidade de vida”). Não parece um paradoxo que pensem assim justamente quem se apresenta contrário a capitalismos selvagens e injustiças sociais? Mas assim é a ideologia de uma fraternidade universal que não tem por base o Amor, mas tão somente uma liberdade que a ninguém torna livre e mata sem qualquer pudor.

Eu aprendi que a insistência aumenta a probabilidade de fazer alguém por a mão na consciência. A isso tenho me dedicado ultimamente: insistir, insistir e insistir a ajudar na libertação de mentes e corações de bons católicos que, confiando no Lula, dão seu voto a um projeto de poder que pretende legalizar o aborto no maior país da américa latina – para não falarmos nos permenores do pacotão Dilma.

Um dia, eu sei, a prática do aborto provocado será abolida como foi abolida a prática da escravidão: pela iniciativa de pessoas comuns, desprovidas de grandes poderes, mas cheias de confiança em Deus, fiéis a reais valores de liberdade e dedicadas a insistir que não se pode chamar de certo o que seja errado.

Só a título de todos já comentam: dois meses após ter sido excluída do 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos, a descriminalização do aborto voltou a ser defendida oficialmente pelo governo brasileiro no documento “Consenso de Brasília”.

Inclusive o Movimento em Defesa da Vida (MDV) no Brasil denunciou que o “Consenso”, no qual o Governo Lula propõe a despenalização do aborto em todos os países da América Latina em conjunto com a ONU, é ilegal.

Sinceramente? Como estão chatas essas feministas aborteiras neste ano eleitoral! Chamando atenção de tudo quanto é jeito, toda hora uma novidadezinha para sabermos que eles estão por aí. Deve ser desespero pelo final do governo Lula que já vai tarde.

3 horrores em 1

Plínio Sampaio é a favor da legalização do aborto, da maconha e do casamento gay.” – Manchete da Agência Brasil.

É esse que vai ganhar as eleições! Ô, coitado! ;)

Modernizada

“O melhor site de apologética e ação católica do Brasil”, é o que deseja ser a nova página da Montfort com podcast, vídeo cast, e “siga-nos no twitter” do pós-Orlando Fedeli. O Guilherme Chenta – o Fedeli numa versão teen de redes sociais – gravou um vídeo explicando tudo o que mudou com a “profissionalização da Montfort” e pedindo doações com o esboço de um sorriso que deverá ser visto durante os 200 mil acessos mensais do site. Ele também diz que de agora em diante não existem mais leitores e sim usuários. Modernizaram-se.

***
O novo presidente da Montfort é o arquiteto Alberto Zucchi, irmão do engenheiro Wagner Zucchi.

Quem ousará?

Arrastem-me, embora, pelo frio chão,
mas viva Jesus no meu coração,
Retalhe-me o corpo, nada fique são,
Mas viva Jesus no meu coração”.

Quem nos separará, Ir. Kelly Patrícia.

Dilmaborto

Começou na última semana um movimento popular liderado pelos católicos brasileiros contra o voto à Dilma Rousseff para a presidência do Brasil. Estimulados pela mensagem do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, repercutida em provavelmente todos os grandes veículos de jornalismo do país, mais brasileiros começam a compreender melhor a ligação entre a candidatura de Dilma e à legalização do aborto no país.

Ruim para Dilma que sequer poderá contar com o aparelhamento histórico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em sua defesa. A CNBB dos muitos assessores e dos poucos bispos desalinhados com o ensino, com os valores e com a moral católica já não é mais a mesma desde que o PT assumiu a presidência do Brasil e mostrou aos senhores bispos que não precisava deles para nada e liberou a ala “radical” do partido para a ofensiva de cunho (i)moral contrária a qualquer aliança com o catolicismo.

Foi por causa dessa ofensiva que o país começou a falar mais em aborto, por exemplo. E, de alguma forma, foi também por causa dela que o movimento pró-vida ganhou mais adesões articuladas por aqui, conquistando espaços oficiais na própria estrutura da CNBB para o horror de uns poucos hippies velhos.

A resposta às investidas (i)morais do PT ganham mais força agora com a candidatura de Dilma que, dificilmente poderia imaginar que se tornaria a candidata do aborto mesmo com todo seu malabarismo demagógico e com o apadrinhamento do Lula bonachão.

Aconteceu e embora seja cedo para visualizarmos o estrago na imagem da candidata por meio das pesquisas oficiais, podemos acreditar que Dilma tem tudo para ser a nova Jandira Feghali, candidata pró-aborto rejeitada pelo eleitor nas eleições de 2006 para o Senado e autora de um projeto de lei, derrotado por unanimidade em duas instâncias, pela legalização do aborto no Brasil.

Uma amostra dessa relação da candidata do Lula com o tema polêmico é o vídeo acima, uma montagem com notícias, entrevistas concedidas por Dilma e uma inusitada participação do falecido apresentador de televisão e ex-deputado Luiz Carlos Alborghetti. A intervenção do apresentador no vídeo não tem, ao contrário do que se poderia pensar, relação com as eleições deste ano. No vídeo original, de onde as imagens foram extraídas, Alborghetti sequer se refere à Dilma, mas a reação indignada traduz bem o sentimento que a legalização do aborto produz em pelo menos 87% da população brasileira que considera o aborto provocado moralmente errado.

O vídeo polêmico tem tudo para virar hit nesta estação.

Outra vez

Confirmo. “Ah, ah, ah… Ah, ah, ah, ah…” =) Templo Vivo! Música boa para ouvir de manhãzinha ao acordar – e não só nesse momento, mas eu sou bucólico, creiam. Bom, eu cometi esse ato questionável de colocar a música dos outros (no caso, a música do cantor e compositor Diego Fernandes! Boa! Gostei!) no Youtube sem permissão e peço desculpas – mesmo!, mas foi a única forma que encontrei para disponibilizar a música aqui, para um registro pessoal, acima de tudo. É que essa música, para minha surpresa, está representando muitas coisas para mim. Minha vida mudou de novo… Vamos lá, então: seja bem-vindo, Espírito Santo!

Samambaias

Lembram quando as samambaias eram hit? Apostamos num revival, ontem. Daniel, Fábio, Emanuel e Lin, aquele abraço!

O apagão da CNBB


Clique na imagem para ampliar.

Apagado do site da CNBB, o artigo contra o aborto continua disponível no cache do Google. Simples: o site de buscas arquiva por alguns dias as páginas deletadas de alguns endereços eletrônicos. Quem acessa o cache comprova que, verdadeiramente, o artigo Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus , de autoria do bispo de Guarulhos (SP), Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, foi publicado no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e… Apagado!

O apagão da CNBB custou caro. Antes restrita à leitura dos fiéis mais assíduos aos blogs, sites e listas de discussão católicas, a mensagem de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini ganhou ampla repercussão ao ser divulgada nos noticiários de grandes portais brasileiros como O Globo, Terra, Estadão, G1. No artigo o bispo recomenda “a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações” [legalização do aborto, casamento gay...], independentemente do partido a que pertençam”.

Artigo apagado, iluminou-se o debate entre todos que são contrários à legalização do aborto no Brasil: pode-se votar, para presidente do Brasil, em um candidato(a) comprometido com a legalização do aborto? É claro que não. E a razão é simples! O voto em um abortista legalizará o aborto em nosso país, tornará o crime um direito e abrirá as portas para que os verdadeiros direitos de cada ser humano possam ser cerceados por questões políticas, pressões de lobbies de grupos ideológicos, ou por mero capricho de autoritarismo. Afinal, quando o ser humano não tem seu principal direito respeitado, o direito de nascer, que outros direitos podem lhes ser garantidos?

Se é óbvio que eleger um candidato comprometido com a legalização do aborto não é direito, por qual razão um artigo de um bispo católico que apenas repercute esse consenso deve ser apagado do site oficial da Conferência dos Bispos do Brasil? Certamente por razões pouco democráticas, para dizermos o mínimo. Espanta o mau exemplo dado pelo veículo oficial da CNBB, instituição tão afim com as lutas pela liberdade e preservação dos direitos humanos neste país.

Com o apagão registrado pelo cache do Google e por tantos veículos de comunicação da grande mídia a CNBB tem uma oportunidade especial para aprender que suas nobres lutas não têm o direito de serem partidárias e diminutas quando potencialmente desagradáveis aos que se dispõem a governar esta nação.

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Print screen gigante: veja o artigo apagado do site da CNBB.

Defesa da vida: leia mais artigos de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

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