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Vida social 2…

Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão… Um dia me disseram que os ventos às vezes erram a direção.

E tudo ficou tão claro! O que era raro, ficou comum
como um dia depois do outro. Como um dia, um dia comum…

Quem ocupa o trono tem culpa, quem oculta o crime também!

Quem duvida da vida tem culpa, quem evita a dúvida também tem… Somos quem podemos ser. Sonhos que podemos ter…

***

Continua…

Para rir

O Padre no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia discursa:

- A primeira impressão que tive da paróquia, foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã.

Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.

Chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:

- Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.

Silêncio total…

Moral da história: nunca se atrase!

Temos ouvido alguns conservadores desconcertados alegar que pessoas, como nós, somos exageradas, porque o L’Osservatore Romano é apenas um jornal católico. De fato o L’Osservatore Romano tem sido o principal jornal do Vaticano desde 1861. Sabemos que, teoricamente falando, o único “órgão oficial” da Santa Sé é a Acta Apostolicae Sedis — o registro dos documentos do Vaticano em sua formulação definitiva — e que o L’Osservatore Romano é apenas o órgão “extra-oficial”. Não obstante, na prática, todo o mundo reconhece que o L’Osservatore é a voz efetiva do Vaticano. Esta é a razão pela qual o elogio a Michael Jackson está causando trauma nos meios católicos bem orientados. – “Conversas com Jan” publicado em Tradition In Action com o título The Vatican’s Incomprehensible Praise of Michael Jackson.

Recebi um boletim do site Sacralidade com referências ao artigo elogioso ao Michael Jackson publicado no jornal do Vaticano. Trata-se, na verdade, de um artigo que lamenta os frutos do Vaticano II a partir da notícia da vez.

Normal atualizar uma agenda com o que há de factual, com o que está chamando a atenção de todos. No caso, é útil para fortalecer a opinião desfavorável ao Concílio e útil para provocar reações em defesa do Concílio.

Não sei onde vão chegar com tantos embates a respeito de um Concílio. De todo modo, vale a leitura.

Vida social…

Sábado de sol…

De um ângulo diferente…

Fazendo um social…

E outras coisas mais…

Continua!

Quem tiver a oportunidade não pode perder. Nos dias 8 e 9 de setembro o Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais oferece um seminário pioneiro no Brasil: “Informação Religiosa de Qualidade – Como responder à demanda dos consumidores“.

Só para se ter uma ideia… Dentre os palestrantes está John Allen!!!! Ele é escritor, vaticanista e comentarista da CNN (EUA). Fiz um post sobre um livro dele que ainda nem terminei de ler – não consigo, passo semanas pensando no que ele diz a cada página.

Queria conhecê-lo… Seria uma ótima ocasião para lançarem All the Pope´s Men em português! Já pensou?

O problema é que a inscrição para os dois dias de seminário custa R$600,00! Estou chorando desde o momento que soube, risos.

Cuau foi?

Que de foi cuau? Da colera que me botaraum… Neim que gostei naum! Fico boua? Que vou pra capitau de faço raupeu caum us corpu bombeirus. Disso que tou de colera.

Vossê já feiz raupeu? Ouvi do meu dono dizer de radicau… Neim que sei, viu? Mas vou com ele, pra cuidado dele. Muitu meninadu, ele.

Nessais fotus tava sein reaçaum… Maiku Jekis moueu, neim? Que de mim dançava ilguau nele. Moueu, Jekis.

Ei… Bein findi, tá bein? De colera que tou! Hauhauhau!

Fetos em 3D

Do G1: Um brasileiro criou uma técnica que permite que mães e pais possam não só ver, como também tocar e sentir modelos de tamanho real de seus bebês que ainda nem nasceram.

Da Rede de tecnologia do Rio de Janeiro: A geração de modelos tridimensionais de fetos ainda no útero possibilita a produção de modelos com grande precisão e detalhamento para usos didáticos e na medicina fetal.

Do Daily Mail: Um dos designers mais famoso do mundo e diretor do departamento de design de produtos do Royal College of Arts, Londres, chama o trabalho 3D de divisor de águas, novo campo de importância mundial.
***

O trabalho também é chamado de “Prototipagem de Fetos” e pode ser útil especialmente para mães cegas que não podem ver o ultrassom do filho. Com o feto em 3D é possível tocar, virtualmente, a criança e aprofundar laços reais de amor e carinho.

Pequenas alegrias

Um comercial antigo do remédio para dor de cabeça, Neosaldina, falava sobre a jornada dupla da mulher e da “pequena” alegria que a esperava em casa. Vale rever pela mensagem pró-vida e pelo som de “Sunday” da banda alemã Kilians.

A título de curiosidade: no Twitter o termo prolife (pró-vida) aparece 6.750 mil vezes a mais que o termo prochoice (pró-aborto). Fiz o aferimento na noite de terça-feira, 30 de junho, com o auxílio do site TweetVolume que afere o número de vezes que determinada palavra ou frase é citada no Twitter.

Em português o termo pro-vida (o sistema de pesquisa não reconhece acentos) aparece 7.460 vezes. Já o termo pro-aborto, apenas 52 vezes. Veja o gráfico:

Enfim… Os bancos de dados, os sistemas de aferição e o relacionamento de informações estão na moda. Aproveito.

por Prof. Hermes Rodrigues Nery*

O astro superpop Michael Jackson se tornou prisioneiro do sucesso e foi vítima do sistema que o produziu. Emblematiza agudamente a crueldade e a desumanidade da cultura pós-moderna, com furor demoníaco.

Em Moonwalker, a personagem autobiográfica ainda criança, com um bando de garotos cantavam agressivos: “eu sou cruel”. Há também um Michael Jackson em fuga, primeiro dos fãs, depois de fantasmas e perseguidores, tendo que vestir uma máscara de burro para se disfarçar e, depois, projetando o burro para fora de si, animando-o e dançando com ele, depois de viajar numa espécie de nave espacial cantando ser um “demônio veloz”. Um clipe terrível, evidenciando a mente conturbada, aterrorizada por ratos e aranhas, e outros seres das trevas, numa confusão de cores e medos, sustos e violências, em meio a canções melancólicas, depressivas, e cheias de desespero, além de um vazio de sentido de vida, que torna tudo assustador a sua volta.

O menino prodígio que se destacou por uma voz magnífica, deixou-se enredar na teia da indústria cultural e pela tentação do hiper-individualismo, que o fez sentir-se capaz de reconstruir o seu próprio corpo, buscando ser o que não era, perdendo o rumo de si num afã megalônomo de poder, que acabou corroído por excentricidades e patologias.

Certamente a sua tragédia existencial assumiu uma proporção tão avultada, mais grave, em tantos aspectos, de outros tristes casos da história recente, especialmente da música pop. Para ser (e se manter) o número um (o sucesso pelo sucesso, tudo pelo pódio), Michael Jackson espoliou a sua própria alma e o seu corpo, viveu uma síndrome de Frankestein, tornando-se um andróide dançante, robotizado, despersonalizado, aberrante, e de estilo de vida suicida.

É impressionante a desfiguração sofrida, como anulou sua identidade, não conseguindo mais controle sobre o próprio rosto, em que tudo ia ficando artificial, como um homem-bolha, apartado de todos.

Acometido também pela síndrome de Peter Pan, recusou-se a crescer, a se amadurecer, a envelhecer, preferindo se instalar na “terra do nunca”, cujo infantilismo e exotismo o levaram a transgredir mais ainda, endividando-se cada vez mais para se livrar de escândalos sexuais com garotos, não dando conta de manter suas fantasias milionárias.

Notícias foram veiculadas dizendo que dormia em uma câmara hiperbárica, para protelar o envelhecimento, pois tinha obsessão pela juventude.

Uma pergunta intrigante: por que Thriller foi o álbum mais vendido da história, com conteúdo tão aterrorizante? Por que uma música com uma letra tão demoníaca impactou tanto? Uma letra que fala de “algo maligno a espreitar no escuro”, em que é preciso gritar, e que “o terror toma o som antes de você fazê-lo”, um terror (thriller) que congela e paralisa. Uma música com uma estrofe terrível como esta: “porque isso é o terror, noite de terror / e ninguém vai te salvar / da besta pronta para te atacar (…) numa noite assassina de terror.”

Pois esta música, com uma letra tão medonha ficou para a história como a música de maior sucesso, a obter um recorde sem precedentes, certificado pelo Guinnes World Records e fazer de Michael Jackson o homem mais conhecido do planeta.

O seu fenômeno é um sintoma de um tempo convulsivo, assombrado por uma “cultura da morte”, que se volta contra o ser humano. A sua morte precoce e a reação e histeria dos fãs em todas as partes do globo, comprovam que o mundo está mesmo dominado por ideologias do mal, sustentadas por uma mídia conivente com estas forças, situação esta que requer um contraponto (e mesmo resistência), para que tais ameaças não comprometam de vez a própria civilização.

*Prof. Hermes Rodrigues Nery é Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté

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