
Quem diria… Os dois livros foram escolhidos pelo jornal New York Times os piores livros da década.
Que bom.

Quem diria… Os dois livros foram escolhidos pelo jornal New York Times os piores livros da década.
Que bom.
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Porque a sua indignação dura apenas um momento, enquanto sua benevolência é para toda a vida. Pela tarde, vem o pranto, mas, de manhã, volta a alegria”. – Salmo 29, 6.
Caía a primeira chuva congelada, como neve, no anúncio de inverno do fim de tarde daquele outubro agasalhado que passava pela janela. As paradas de ônibus, protegidas como caixas de vidro, estavam lotadas novamente. Fiz parada a caminho da Rogers Road, próximo a lojas de italianos, a poucas quadras de uma igreja em reforma.
Estava frio e as mãos cobertas tinham que ir para o bolso. Devia ter vestido mais uma camada, pensei enquanto caminhava apressado pela calçada. Lembrava que a igreja italiana estava perto, duas ruas após a avenida… Avistei as portas fechadas, devia ser por causa da chuva gelada. Depois de me aproximar forcei e não abriram.
Examinei outras entradas até notar algum movimento no prédio anexo à igreja. Poderia ser a secretaria. Era. Apressei-me, já era quase cinco horas e provavelmente seria difícil encontrar um padre disponível para confissão após o horário. Apertei a campainha… Abriram a primeira porta, depois a segunda. “Come on in…”. Entrei e logo tirei o chapéu, mostrando a mim mesmo que aprendi, enfim, o costume.
Depois dos cumprimentos, o comentário idiota sobre o tempo e, então, o que me trouxe ali: “I was wondering… Am I on time to attend confession?” Precisava de um padre e não, não havia um disponível na ocasião pois era quase cinco da tarde e como caía a primeira chuva congelada, e a igreja estava em reforma e outras razões que me pareciam negligência… Bem, adiaram o serviço de confissão daquele fim da tarde para outro dia.
Imaginei um sorriso irônico por perto a ridicularizar minha busca. Logo agora que as oportunidades mais improváveis me alcançavam como houvesse um administrador hábil, invisível, a dar celeridade a tudo aquilo para o qual eu dizia não. “Go home, it´s frozen rain… Don´t you see?” Ele parecia me dizer.
“Thank you”. Disse após saber sobre a igreja mais próxima dali: do outro lado da avenida que tinha deixado para trás. Mãos no bolso, cabeça baixa, o vento estava mais forte e parecia que ele só conhecia a minha direção.
Ignorava o administrador invisível a me interpelar até que o celular tocou. Procurei um abrigo, uma lanchonete já no outro lado da avenida. Algumas chamadas não atendidas e uma mensagem na caixa postal… “Uh… Hi, it´s me…” Não pude acreditar. Era a ligação que não recebi durante todo o dia. E eu só precisava ligar de volta e dizer que sim.
Olhei a parada de ônibus lá fora… “Keep going…” Eu dizia ao coração cheio de noite. Segui. O vento arrastava o lixo no caminho e fazia barulho nos pensamentos de toda minha estadia ali. Avistei a igreja entre duas lojas. Feia. Forcei a porta e estava dentro.
Enorme. Sem muito movimento… Alguns fiéis conversavam baixinho e pedi informações. Sim, eles tinham um padre disponível. Fomos até uma sala bem ao fundo da assembleia. Entramos, ele fechou a porta sem usar a chave. Era uma sala pintada com um verde escuro. Uma mesa pequena, de escritório… Um quadro religioso e outro quadro com alguns boletins de avisos.
“Sit down…” Ele me disse com um sotaque esquisito que depois soube ser indiano. Iniciamos a oração e já não sentia qualquer invísivel ali. “I am listening son…”, foi a deixa do padre indiano e meu alívio começou. Ele ouviu, fez poucas perguntas, ponderou por algum instante, me deu conselhos e eu ouvi. Fui absolvido e incrivelmente deveria aceitar como penitência rezar diante de um sacrário luminoso.
Antes de sair da igreja coloquei o chapéu e as luvas. Poucas pessoas na rua. Andei devagar até a parada de ônibus e apesar dos cotovelos em meu casaco de couro, era como se estivesse sozinho, sem qualquer presença a me perturbar.
Entrei no ônibus e sentado conferi o celular. Parecia tão inofensivo, agora, e resolvi ligar quando chegasse ao meu destino. Caiu na caixa postal e deixei um recado. “… I am saying bye… And that´s it”.
“That´s it”. Repeti isso enquanto lanchava o que poderia ser o último angus burger antes da partida. Cheguei em casa e subi as escadas repetindo “that´s it”. Eu estava absolvido dos meus pensamentos. E, lá fora, pela janela, a chuva parecia neve. Do lado de dentro também.
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Sexta-feira última de novembro… Conto os dias para o fim deste ano. Ano que vem é “redondo”, 2010! Anos redondos encerram ciclos e começam outros, não? Simbólico, é o que penso.
Bom, o Pe. Joãozinho citou “diaconia da cultura no continente digital” num comentário do último post. Nunca li sobre esse assunto especificamente… Mas a seguir estão alguns links sobre iniciativas do Papa Bento XVI pela evangelização na internet:
Papa navega pela Internet e manda e-mails
A Igreja católica quer ‘’sair dos seus guetos” com a Internet
Papa convida a transformar cultura digital com Evangelho
‘Orkut’ para católicos
A nova geografia do cristianismo
Fé em domicílio
Mensagens a Deus agora pelo Twitter
‘Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter’
Desafios da inculturação do cristianismo
A nova rede social do Papa
E aqui um artigo de duas pesquisadoras do Rio de Janeiro sobre o assunto:
Púlpito à Web: Uma Eclésia no Mundo Virtual
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Update: Este post foi comentado pelo Pe. Joãozinho. Legal!
***
Sinceramente? Suspeitei desde o princípio que essa abertura toda para um debate sobre padres e mídia lá no blog do Pe. Joãozinho iria dar em livro… A surpresa: já tinha dado! Ele já estava com o título “Imagem e Semelhança de Deus na Mídia” de capa feita e divulgou o índice e o resumo de capítulos lá no blog dele, inclusive.
Fato: essa discussão de padre showman foi muito oportuna para divulgar o livro. Enfim, o empreendedor é aquele que cria oportunidades! Espero que “Deus na Mídia” saia antes do natal. Vou comprar.
Beleza. Sobre o título em questão… O jeitão nada carismático do blogueiro Pe. Joãozinho me chamou atenção desde as discussões dele com o Prof. Orlando Fedeli. Vimos o sacerdote agir no estilo “sabe com quem está falando” e a mim isso pareceu inoportuno, digamos assim. Agora ele se propõe a filosofar com uma leitora esquentada… Convenhamos que alguns dos leitores do padre não têm a menor reverência ao se dirigir a ele, o que é lamentável, mas acontece desde quando a reverência perdeu lugar para a experiência em alguns meios católicos.
Certo! A leitora do blog diz ao padre:
A cada crítica que lhe fazem,posta no twitter, expondo as pessoas ao escrutínio público… (…)Ainda coloca a retratação da pessoa… Como se dissesse, estão vendo? Eu estou certo… (…) Se quiseres colocar o meu comentário a fim de execução pública, não sou fraca de ideia como as outras, já deixei bem claro aqui que estou acima disso, só aceito um jugo e juízo, o divino.
Um horror. Mas, sim, ela tem razão de ter tido essa impressão… E o Pe. Joãozinho achou que deveria publicar, no blog dele, a resposta mal criada e ainda fazer o que ele chamou de exercício de maiêutica. O que mais pareceu uma demonstração de “sabe com quem está falando?” outra vez.
Chato. E uma leitora comentou o acesso de vaidade das palavras do padre (das palavras! veja o meu cuidado…):
Se for para bombar os acessos no blog, não seria melhor que ele estivesse bombando por conta de alguma discussão saudável e engrandecedora, como estava sendo no início? Que estivesse bombamdo por causa de temas constantes em posts, que contivessem algum conteúdo, que não fosse a opinião pessoal de alguém comum, mas que fosse sobre algo do interesse maior de todos?”
Complicado… Rezo para que ninguém saia ferido desse debate com o padre Joãozinho.
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Hoje seria o seu aniversário, pai. Não posso mais lhe dar as meias ou os pentes que mandavam da escola, e a minha mãe não pode mais comprar as camisas de botão que usarias no próximo domingo. Mas ainda consigo sentir o cheiro do creme de barbear, da loção pós-barba, lembrar da careta daquilo a arder na pele e imaginá-lo vestindo o jaleco laranja com um touro azul bordado no bolso”. – José Roldão.
Gosto de narrativas sobre rituais domésticos. O registro do invisível é um registro do que há de divino em nós que somos divinos também.
Hoje seria o aniversário do pai do José Roldão e ganhamos de presente um registro dos olhos não azuis do amigo. Para ler no Cidade Solitária.
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Bloqueada: Jussara Resende, fã do Pe. Fábio de Melo, acreditando ter sido bloqueada no twitter por Pe. Joãozinho, scj, pediu perdão ao sacerdote dehoniano pela “crueldade” (sic) que considera ter dispensado a ele ao chamá-lo de hipócrita.
Vamos lá… Novas atualizações no blog do Pe. Joãozinho sobre o Pe. Showman de Melo. Clica nos links…
A nova: a fã que vitimou Pe. Joãozinho pediu desculpas. Bem, enfim, ela estava errada mesmo, mas poderia ter guardado as desculpas pro final… Né não?
Outra. O padre blogueiro publicou o testemunho de um fã “ex-evangélico” recém-convertido ao catolicismo após seguir o Pe. Fábio de Melo no twitter (estou resumindo os fatos, óbvio).
E um longo relato de um leitor do Pe. Joãozinho sobre como é válido usar a mídia como o Pe. Fábio de Melo o faz. Hum…
Moral da história: todos amam o Pe. Fábio de Melo. Ser amado é bom. Bom pra ele.
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Mais uma grávida com um feto morto e que tinha sido vacina contra a gripe A (H1N1), em Portugal! A jovem estava grávida de vinte semanas e tinha sido vacinada no início de novembro. Os médicos recusam estabelecer uma ligação entre a morte do bebê e a vacina para a gripe A.
Li aqui: Diário de Notícias Portugal
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A primeira coisa que fiz: ver se alguém, alguma vez, de alguma forma, falou mal de alguma freira neste blog. Graças a Deus, ninguém falou, muito menos eu, um coração pacífico, pacificador.
Mas no blog cearense, Liberdade Digital, publicou-se o comentário de um anônimo que resolveu insultar a diretora do colégio Santa Cecília, a irmã Eulália Maria. O G1 diz o resultado: o blogueiro – que não é autor do comentário – vai ter que pagar uma indenização de R$16 mil reais à irmã. Foi a decisão da Justiça que no dia 21 de novembro enviou notificação ao blogueiro sobre penhora de bens para pagar a indenização.
Cruel. Mas tudo poderia ter sido evitado se o blogueiro tivesse impedido a publicação de um insulto.
Aqui eu modero tudo - ou quase tudo. E tudo não é muita coisa, não… São poucos comentários, como se vê. Mas nem sempre moderei! Só comecei depois de provocado: um rapaz agnóstico veio com respostas atrevidas a um post que fiz e eu deletei o que ele dissera. Então ele exigiu que eu publicasse um direito de resposta em um post no qual eu citava o nome dele. Eu não quis.
Ele ameaçou um processo. E talvez eu merecesse mesmo por ter acordado totalitário naquele dia… Fato é que cedi antes das 24h que ele me deu de prazo e publiquei mais de um comentário dele me ensinando sobre a vida. Paciência.
Mas o curioso é que por conta dessa história da freira alguns aproveitam a ocasião para falar mal não só da religiosa, mas também do catolicismo. Como li no twitter do @reinada hoje: qualquer pau serve pra bater no catolicismo. Passei o dia com a frase na cabeça… E nos meus intervalos dizia comigo: “É mesmo… É mesmo”. Enfim, não vem ao caso.
O caso é que, acho, não se deveria processar quem publica o comentário, mas o autor do comentário. Mesmo no caso de ser um anônimo, já que, em tese, os dados desse anônimo deveriam existir no provedor de acesso dele. Não sei, não entendo bem. Mas se há um provedor, é meio lógico pensar que ele tenha os dados do usuário…
Interessante a comparação que o blog Silenzio fez sobre a questão… Lá se compara um blog a um muro que foi pichado com insultos a alguém. O insultado aciona a Justiça. O dono do muro pinta o muro. Mas ainda assim a Justiça pune o dono do muro por ter deixado que o pichador agisse.
Claro, como toda comparação entre elementos distintos, esta também é imperfeita. Mas faz sentido quando se sabe que o blogueiro processado apagou o comentário maldoso quando os advogados da freira o interpelaram.
Sou a favor da irmã exigir indenização por danos morais, obviamente. E já que a lei considera o dono do muro o culpado… Paciência. Que um dia possa ser possível mudar isso. No momento o negócio é mesmo moderar os comentários e ver o que não pode ser publicado. O chato disso é que muita gente evita comentar porque acha burocrático.
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Eu sei que tenho um passado como Feiticeira, mas não quero essa referência para os meus filhos. Meu filho me perguntou se eu dançava de biquíni. Eu me sinto constrangida quando me vejo dançando. Não quero que você mostre essas imagens no programa.” – Joana Prado.
Alguns devem lembrar da “Feiticeira do H”, outros não! Parabéns aos que nunca ouviram falar. Vocês são os meus heróis! Quanto a mim, devo dizer que lembro muito bem e digamos, fui parte da geração da qual o sangue lambe as mãos de Joana Prado, o nome verdadeiro da Feiticeira.
Mas está tudo perdoado de minha parte!
Muita coisa mudou. Hoje Joana Prado é mãe de três filhos e tornou-se evangélica. Há vários testemunhos dela no YouTube, caso alguém esteja curioso.
Fico feliz por vê-la, hoje, promovendo valores que nada tinham a ver com a época de “Feiticeira”. Chega a ser interessante, inclusive, analisar como personagens brasileiros da música e da TV dos anos 90 converteram-se em missionários evangélicos. Foram muitos e alguns, de fato, mostram que não era só uma questão de marketing.
Parece que é o caso da Joana Prado, hoje casada com o lutador Victor Belfort, também evangélico. No vídeo acima os dois são entrevistados em um programa da TV Diário, de Fortaleza e Joana chora… E pede perdão ao apresentador por pedir que ele não mostre cenas do seu passado de Feiticeira. E ela pede em nome do filho pequeno que uma vez lhe questionou sobre algumas imagens que viu por aí: “Mamãe, você dançava de biquini?”
Nada como o futuro, não? Imagino como deve ser complicado para ela explicar o que fez… E como deve ser bonito saber que o filho a perdoa.
Enfim, rezo para que ela e o Victor possam dar um passo maior e descobrir a fé dos primeiros cristãos.
O brasileiro é apaixonado, não? Para o bem. Para o mal. É bom quando atinge o alvo certo.
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Existem fãs míopes de plantão que imaginam que tudo que se fala tem como destinatário o Pe. Fábio [de Melo]. Desencana povo!!! Amplie seus horizontes. A propósito, Jesus nao precisa de fãs, precisa de seguidores, de discípulos.” – Pe. Joãozinho, scj, em resposta às críticas dos fãs do irmão de sacerdócio, o showman Pe. Fábio de Melo.
Parece aquele filme: “Olha Quem Está Falando Também!” A frase do dehoniano foi publicada hoje, no blog dele. Explica-se. Quando começou a série de reflexões sobre padres showman uma fã do padre Fábio de Melo acusou o padre Joãozinho de ter se aproveitado da viagem de Melo à África (motivado por seus shows) para comentar notícia da agência católica ZENIT na qual o arcebispo Dom Mauro Piacenza, Secretário da Congregação para o Clero, afirmava:
Para a evangelização, não servem os sacerdotes showman que vão à televisão”.
Isso desencadeou uma série de posts no blog do padre Joãozinho, amigo pessoal do padre Fábio de Melo, dada as críticas que surgiram em torno da declaração do arcebispo. Padre Joãozinho discorda que as críticas possam ser dirigidas ao Padre Fábio, mas isso não foi o bastante para evitar que uma fã do padre showman chamasse o padre Joãozinho de hipócrita e partisse no que ela considerou ser uma defesa de Fábio de Melo.
Fin, fa, fun… Celebremos que, agora, foi Joãozinho, o padre, quem subiu no pé de feijão da reflexão e começou a perceber o problema gigante que representa um padre showman.
Parece que esse é apenas mais um caso para a Delegacia de Vítimas dos Fãs de Padres Showman. A lista é longa e agora contempla o nome do padre Joãozinho. Fica aqui minha solidariedade.
E brincadeiras à parte, sem ironias, considero muito interessante a iniciativa do padre Joãozinho de fazer de seu blog uma espécie de ouvidoria reflexiva, fórum para discussões espinhosas. E, acima de tudo, uma oportunidade de encontro com a deficiência da formação dos católicos que, ironicamente, deveriam estar amadurecendo na fé após tantos ingressos de shows evangelizadores.
De fato o blog do padre Joãozinho conquista um espaço importante na web 2.0. Resta-nos acompanhar o trabalho daquele que, acredito, é o primeiro padre blogueiro a cativar visitantes dos mais diferentes naipes na blogosfera católica brasileira.
Segue a lista de posts sobre o assunto padreshowman, do blog do Padre Joãozinho, atualizada, em ordem cronológica a partir do dia 22 de novembro até às 15h54 desta quarta, 25, horário de Brasília:
Sacerdote showman?
Ainda sobre sacerdotes “showman”
Os sacerdotes “showman” – 3ª PARTE
Íntegra da Conferência sobre os “sacerdotes showman”
O que de fato Dom Mauro Piacenza disse sobre os sacerdotes e a mídia
O padre na Mídia: “padres soltos???”
Cristianismo: essencialmente comunitário!!!
Perguntas mais que relevantes e pertinentes
O papa e os artistas
A arte de debater
***
Você pediu: veja o printscreen da crítica do Pe. Joãozinho aos fãs do Pe. Fábio de Melo.
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