
Pela RÁDIO JUSTIÇA é possível ouvir as apresentações dos especialistas no Supremo Tribunal Federal. Eis o link: mms://mediaserver.stf.gov.br/radiojustica
As apresentações recomeçam a partir das 15h e encerram às 19h.
Pela manhã os cientista favoráveis à vida fizeram apresentações melhores que os cientistas favoráveis ao uso de embriões em pesquisa com células-tronco. Inclusive, entre os cientista que querem manipular embriões, teve um falou sobre ser “exterminador do futuro”… Que bom que ele mesmo se entregou. É o Brasil! A piada já nasce pronta.
Os cientistas favoráveis à vida e, consequentemente, contrários à manipulação de embriões humanos foram objetivos, falaram de modo que todos pudessem compreender, escapando assim das palavras difíceis dos meios científicos que, nessas horas, só servem para afastar o interesse do público pelo tema.
A professora Lenise Aparecida Garcia foi a primeira cientista a se pronunciar em favor da vida. Ela falou sobre “o ciclo da vida” e mostrou cientificamente como o embrião humano é apenas uma fase do ciclo da vida humana, assim como a lagarta é uma fase do ciclo de vida da borboleta. A professora lembrou que a lei brasileira reconhece muito bem o ciclo da vida e por isso protege o ovo de tartaruga marinha “porque sabe que ele é tartaruguinha”, ou seja: um ser vivo.
O embrião de tartaruga é ser vivo, o embrião humano é só um montinho de células? A professora Lenise Aparecida Garcia provou que ao chamarem o embrião “um montinho de células”, devem pelo menos dizer que trata-se de um “montinho de células masculino ou feminino”, pois tudo já está definido nesse primeiro momento da vida humana, inclusive as tendências herdadas, já se pode até fazer “impressão digital genética” do embrião.
“O embrião é um indivíduo original e irrepetível. Nenhum de nós consegue pensar em si mesmo como um montinho de células. O ser humano é homo sapiens, é sapiens antes que surjam as células do cérebro! Se o embrião humano não é homo sapiens, de que espécie ele é?” – Profª. Lenise Aparecida Garcia
A Dra. Cláudia Maria de Castro Batista, PHD em neurociências foi a próxima a se apresentar. Ela explanou sobre a “autonomia, unidade e projeto de desenvolvimento”, características que diferenciam o embrião de apenas um “montinho de célula”. Ela comparou o embrião com o montinho de células circulares que se aglomeram na neurosfera: o embrião se divide até que o indivíduo assuma características próprias e o montinho de células da neurosfera se divide e formam uma rede neural.
Ué… Se é só mais um montinho de célula como que o embrião não vira uma rede neural também?
“O zigoto não é um humano em potencial, é uma vida em seu estado inicial. É pontecialmente um médico, um advogado, mas humano ele já é”. – Dra. Cláudia Maria de Castro Batista, PHD em neurociências.
Depois falou a Dra. Maria Piñero Eça, em uma apresentação sobre a
COMUNICAÇÃO do embrião com a mãe. Simplesmente ela mostrou que o embrião altera o corpo da mulher desde o início, fazendo com que ela prepare “um ninho” para acolhê-lo. Também mostrou que a ruptura desse processo – retirar o embrião da mulher – ocasiona uma espécie de
blackout: depressão, infertilidade e aumento da taxa de suicídio.
A Dra. Maria Alice Teixeira Ferreira foi a próxima. Coube a ela mostrar que não é necessário usar células-tronco de embriões humanos para curar pessoas. Ela também deve ter deixado os cientistas “exterminadores do futuro” de cabelos em pé: trouxe fotos de crianças que nasceram a partir da adoção de embriões humanos congelados há mais de três anos!!!
O principal argumento de Mayana Zatz é que os embriões congelados há mais de três anos são inviáveis. Mas ali estavam fotos, reportagens, sobre uma menina gerada por fertilização ‘in vitro’, a partir de um embrião congelado desde 1998.
Passou seis anos congelado! A criança nasceu, tem nome e é brasileira: Alissa.
Mais cientistas realmente comprometidos com a vida irão falar agora pela tarde. Dá pra ouvir!







[...] Aborto no Brasil Alguma coisa concreta Dá pra ouvir!!! [...]
Wagner, sei que o tema apresentado é importante, mas concordemos que os textos estão ficando grandes… Tem como equilibrar isso?
Tem, tem! É que MZ mexe comigo mesmo…
[...] doutora sabe! Sabe porque esteve presente na audiência pública do STF no dia em que os CIENTISTAS estiveram apresentaram argumentos contrários e favoráveis à pesquisa [...]
[...] O equívoco poderia ter sido evitado se a doutora estivesse de olhos abertos quando participou da audiência pública no Supremo Tribunal Federal (a primeira audiência pública da história do [...]
[...] Carismática. 5) Bem-aventurados os pugilistas. Nobel da Paz para o Padre Luiz Carlos Lodi! 6) Os verdadeiros mártires da ciência foram julgados no STF. 7) O CNJ decidiu pela cruz do Cristo. A fome e a sede de justiça continuam! [...]
[...] Dra. Lenise Garcia já havia defendido a Vida com seu conhecimento científico na primeira audiência pública da história do STF (sobre as células-tronco embrionárias), e é uma verdadeira referência no [...]