
Pesquisa Data Folha de março de 2007:
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A pesquisa realizada em 25 unidades da Federação demonstra que mais da metade do povo brasileiro não quer ampliação na lei atual sobre o aborto. Ou seja: não quer a descriminalização proposta pelo projeto de lei da ex-deputada federal Jandira Feghali.
Os dados estão na apresentação da Dra. Zilda Arns, coordenadora nacional da Pastoral da Criança.
Em tempos nos quais os abortistas tentam convencer que são a favor da vida, a Dra. Zilda Arns lembra:
“Não basta a gente ser a favor da vida. A gente tem que proteger a vida”. – Zilda Arns
Durante a audiência da semana passada, Dra. Zilda Arns mostrou que a própria Organização Mundial de Saúde não tem dados sobre o número de abortos no Brasil! Também não tem nada sobre o número da mortalidade materna por abortos clandestinos (se é clandestino, como se poderia ter dados seguros?).
Uma mentira conhecida: de acordo com a Organização Mundial de Saúde o Brasil tem quase 1,4 milhão de abortos por ano.
Uma verdade desconhecida: em fax à Dra. Zilda Arns, a própria OMS esclarece que *nunca* realizou pesquisas sobe o assunto no Brasil…
“1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil.
2. Tampouco temos conhecimento de algum estudo ou investigação
que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país.3. Em alguns documentos oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais. Porém, nesse caso não temos conhecimento de se haver feito levantamento com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional.
4. Há três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos
pontos anteriores [...].5. Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, toma-se o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições.”
Aos deputados que ainda se chocam com os números fictícios dos abortistas, um pedido da Dra. Zilda Arns:
“Peço aos senhores deputados que analisem profundamente o que o povo quer. Como viram, o povo não quer que ampliem o aborto. Em segundo lugar, nós queremos leis que obriguem realmente que a saúde e a educação de qualidade chegue aos mais pobres. Não é matando que vamos fazer educação do povo. É promovendo o povo! Em terceiro lugar, cada vez que tiverem dúvida sobre os dados, nos chame para avaliarmos se esses dados são verdadeiros”. – Zilda Arns
Abortar não é direito. Abortar é violar o direito à vida de outrem!
Saiba mais: baixe a apresentação da Dra. Zilda Arns, na íntegra.







Cara, muito bom!
Vou replicar essa informacao no meu blog.
Bravo!
Essas informações nos deixam muito seguros de que a vida está sendo defendida por pessoas altamente preparadas. Parabéns Wagner, e parabéns Dra. Zilda Arns!
Paz e Bem!
Muito bem articulado esse seu texto.
Também sou totalmente contra o aborto, considero-o como crime. Talvez, em alguns casos, como no estupro, a “mãe” possa decidir.
Achei muito interessante vc expor dados e a declaração da OMS.
Parabéns pelo texto!
Abraços
Procurei acompanhar a audiência da Dra Zilda na Comissão da Seguridade da Família. Seus dados são bastantes diferentes do que costumamos ler nos jornais de grande publicação. Parabéns pela matéria. Deixar claro que os abortistas mentem é de grande valentia tanto da parte da Dra quanto dessa página.
Continuem trabalhando pelo bem da sociedade.
Parabéns !
Nada como conhecermos dados realmente verdadeiros.
Precisamos difundir ao máximo essas informações.
[...] Padre Zezinho 2) Guilherme Sá 3) Marcos Volcan 4) Alessandro Lima 5) Zilda Arns 6) Dóris Hipólito Pires 7) Paulo Sérgio Peternelli Sete Notas [...]
[...] propósito… Faça o download da apresentação de Dra. Zilda Arns, com dados objetivos sobre o aborto, feita aos deputados federais, ano [...]