
Mesmo sem poder enxergar um palmo diante do nariz ela mostrou força de vontade e superou todos os limites. O Brasil sente-se honrado em ter uma atleta da ciência como a Dra. Mayana Zatz!
Uma gafe aconteceu durante o encerramento dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007: a comissão organizadora teria esquecido de convidar a Dra. Mayana Zatz para homenagear os atletas.
Lamentável deixar de fora da celebração uma brasileira tão importante para as pesquisas genéticas no país. Uma brasileira que conquistou prêmios internacionais, que espontaneamente decidiu contribuir com a ciência de uma maneira diferente: de olhos fechados.
A doutora nunca revelou qual a motivação dela para trabalhar de modo tão peculiar. Alguns acreditam que trata-se de um protesto pela falta de incentivos do Governo aos cientistas com defiência visual. Outros suspeitam que a Dra. Mayana Zatz teria usado o próprio corpo para realizar experimentos genéticos que possam minimizar deficiências no sentido da visão.
Fato é que tudo começou quando a geneticista se tornou o símbolo da causa em prol da morte de seres humanos congelados para solucionar problemas de seres humanos não congelados (o nome científico da causa: pesquisas com células-tronco embrionárias). Desde então a doutora faz tudo de olhos fechados.
Viver assim tem sido um desafio para Dra. Zatz. Recentemente, por causa de sua determinação em permanecer de olhos fechados, ela anunciou que os embriões humanos congelados não poderiam gerar um ser humano. O equívoco poderia ter sido evitado se a doutora estivesse de olhos abertos quando participou da audiência pública no Supremo Tribunal Federal (a primeira audiência pública da história do STF).
Na ocasião cientistas brasileiros apresentaram aos ministros do STF e a todos os presentes a história de crianças que um dia foram embriões congelados. Lá estavam elas: em fotos e em notícias de jornal. Todos viram, menos a Dra. Mayana Zatz, por causa de seu sacrifício visual em prol da ciência.
Todos viram Alissa, a brasileira gerada por fertilização ‘in vitro’, a partir de um embrião congelado desde 1998:

Todos viram as crianças que um dia foram embriões (congelados) excedentes da R.A, adotados por um casal corajoso:

Todos viram os casais no Congresso americano com filhos que resultaram de embriões humanos congelados:

Agora que você também viu, conte para a Dra. Zatz.
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É fictícia a notícia sobre o ‘esquecimento’ da doutora no Parapan.







Wagner,
Perfeito… mesmo sendo fictícia o esquecimento da dr. no parapan, gostaria q ela não estivesse “cega”, p ver a superação de cada um deles.
Grande abraço. Fique c Deus. E parabéns pela matéria. Muito boa!!!
Wagner,
muito oportuna a sua postagem!
As fotos deixam cada vez mais visível a cegueira dos que apóiam pesquisas científicas em detrimento da dignidade da vida humana.
Abraços,
[...] Não é verdade. Estes embriões foram descongelados, levados ao útero materno e, naturalmente, por serem embriões … [...]
[...] Para conhecer o rostinho dos “embrioes inviaveis” e a alegria dos pais deles, clique aqui. [...]
[...] José Roberto Fernandes 2) Adson França 3) Daniel Sottomaior 4) Mayana Zatz 5) Irmão Alberto 6) Wagner Moura 7) Ana Paula [...]