Dia 07 de setembro tem “Grito dos Excluídos”. A manifestação é projeto da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como consta no número 120 do Projeto Rumo ao Novo Milênio: “O Grito dos Excluídos será celebrado anualmente, em nível nacional, no dia 7 de setembro, retomando preferencialmente o tema da Campanha da Fraternidade” (PRNM, CNBB, pág. 44).
O grito da vez: “Isto não Vale, queremos participação no destino da nação”.
Um plebiscito popular antecede o Grito. Desta vez a população é convidada a se manifestar sobre a anulação do leilão da Companhia Vale do Rio Doce.
Funciona assim: de repente o templo da sua comunidade/paróquia vai ter uma urna e alguém (pode ser até o padre mesmo, a freira, alguém de pastoral) dirá que a Companhia Vale do Rio Doce é o demônio. Então, após essa informação, você opina se é favorável ou contrário à estatização da Companhia Vale do Rio Doce.
Mas para que isso? É que a Igreja, no Brasil, está muito preocupada. Imagine você que a Vale foi vendida, em 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), por uma pechincha de 3,1 bilhões, quando o valor real da empresa era superior a 40 bilhões de reais!!!
Imagine o prejuízo que isso causa à salvação das almas, ao anúncio do Evangelho!! Imaginou? Então conta pra mim porque eu não percebo, não consigo imaginar uma ligação entre todas essas coisas.
Mas uma coisa eu percebi e conto… De acordo com o site da manifestação Grito dos Excluídos, a realização do Grito se dá por meio de parcerias entre a CNBB e movimentos sociais como A Marcha Mundial das Mulheres, que apóia o lesbianismo, o homossexualismo e a legalização do aborto no Brasil.
Quer dizer que a CNBB realiza o Grito em parceira com uma organização abortista? Mentira! Não é apenas uma organização abortista que faz parceria com a CNBB neste evento. São duas! Além da Marcha Mundial das Mulheres, também a ong feminista SOF é parceira da CNBB na manifestação de setembro.
Confira o registro de todos os parceiros do Grito.

Os círculos vermelhos destacam as organizações feministras pró-aborto e o círculo branco destaca a Pastoral do Migrante, por meio da qual a CNBB organiza o evento. A Pastoral do Migrante é a sede da secretaria do Grito, conforme o site da manifestação informa:

Atualmente o Grito dos Excluídos acontece em todo continente americano. No Brasil, o contato da coordenação da manifestação é: Ari Alberti – gritonacional@ig.com.br
A CNBB defende a vida, é contra o aborto. A CNBB divide um prédio, de propriedade da ordem Carmelita, com uma organização feminista pró-aborto chamada “Católicas pelo Direito de Decidir”.







É.. Parace que a CNBB se preocupa com tudo…
Tudo que não seja parte da salvação de almas.
Primeiro “briga pelas plantinhas” na CF 2006, agora organiza movimento com homossexuais e abortistas.
Não podemos esquecer que a parceria com da CNBB com ONGs abortistas também é em outros campos, pois na Regional Sul I ela convive diariamente no mesmo endereço físico com a Católicas Pelo Direito de Decidir.
Destaque também para a parceria com o MST e a agência anti-cristã “Adital”, do Frei Betto.
É muito triste, mas, desgraçadamente, não surpreende.
O que fazer?
Todos temos crises, até os santos:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1619186-7084,00.html
ei… já apresentou a mono?? Não é justo que eu não vá ou não tenha ido… bjoss
Aonde isso vai parar??? Valei-nos, São José!!!
Isso não é de se surpreender, eles são Bispos do Brasil, consideram o Brasil como Igreja. Se fossem Bispos da Igreja, o nome correto seria;
“Conferência Nacional dos Bispos no Brasil”.
Leiam qualquer texto dos Bispos no site da CNBB e talvez tenham a mesma dificuldade que eu, pois parecem mais humanistas do que propiamente Bispos Católicos. Estão mais preocupados com questões materiais do que espirituais.
Lembro que o período pós-conciliar é o primeiro da história da Igreja em que os Bispos não fazem Apologética Católica. Fazem apologia ao Ecumenismo, a parcerias como essa, a plebiscitos e uma série de outras obrigações que não dizem respeito a jurisdição dos mesmos. Parecem que não aprenderam na escola a separação entre Igreja e Estado, por isso servem mais ao Estado do que a Igreja. No fim das contas são Bispos do Brasil, não são Bispos da Igreja.
O que podemos fazer, é rezar
A CNBB esta infestada da Teologia da Libertação, infelizmente a oração, a fé em Cristo esta sendo substituída por ações políticas.
A política afasta o homem das coisas corretas.
A paz,
João
27/08/2007
MEU DEUS , MEUS DEUS, PQ NOS ABANDONASTE!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Núncio Apostólico n vê isso???????
O Vaticano n recebe denùncia?????
Caro João, permita-me apenas uma ressalva na sua frase:
O esquerdismo truculento fincado no marxismo afasta o homem das coisas corretas.
Assim se destrói uma religião: marxismo cultural nela, corroendo-a por dentro, lenta e gradualmente invertendo os seus valores e forçando uma cisão de pensamento no seu clero, comprometendo, assim, a unidade necessária para uma defesa.
Tal foi o projeto deflagrado pela chamada Escola de Frankfurt, na Alemanha da década de 30, sob Adorno, Marcuse e outros.
Marcuse, depois, emigrou para os Estados Unidos e foi essencial para incultar uma cultura anticristã, de uma truculência notável contra a religião considerada um dos três pilares ocidentais que entravavam a disseminaçao do socialismo no Ocidente.
Hollywood “desconverteu-se” bem rápido. O ambiente universitário contaminou-se mais compassadamente, culminando nos movimentos de contracultura dos anos 60.
Não, não é uma “historinha”, nem uma teoria de conspiração. A Escola de Frankfurt e os seus lentes, as teorias que defendiam, a ação consciente deles ao longo do século XX, tudo, tudo muito real, infelizmente.
O que vemos, agora, de que é exemplo a teologia da libertação, nada mais é que o resultado da obra dessa gente, denominada em seu conjunto de marxismo cultural, em oposição ao marxismo dito revolucionário. Ao contrário deste, o primeiro despreza as mudanças abruptas providas de violência física e instabilidade política, em favor de uma doutrinação na medida do possível imperceptível, sutil, gradual, curtida de médio a longo prazo. Bem mais eficaz, pelo que ora constatamos.
[...] Quando abortistas e católicos desfilarem (ou gritarem, não sei a programação!) em parceria, na Semana da Pátria, que música [...]
[...] Não foi apenas em São Paulo! Em Fortaleza, no Ceará, também teve participação de abortistas no “Grito dos Excluídos”, manifestação organizada pela CNBB em parceria com movimentos sociais. [...]
[...] freezer. 3) Ah, sim, a histeria Concílio Vaticano II esteve mais viva que nunca. Teve de tudo! 4) Ceenebe Dubê, a gêmea má da Ceene Bebê, pintou e bordou. Alguém precisa voltar para as aulas de catequese… 5)O anti-catolicismo da [...]
[...] se trata de nenhuma surpresa. Em setembro de 2007 a Pastoral do Migrante organizou manifestação pública (um projeto da CNBB) com apóio e participação de organizações pró-aborto. Veja as [...]
[...] haveria como evitar a manifestação das abortistas uma vez que elas eram parceiras da CNBB na manifestação! Elas não estavam ali de “penetra”, não estavam ali por acaso, não estavam ali [...]
Trabalhei dez anos com a TL. Hoje, procuro contribuir para o fim desta heresia e verdadeira apostasia. Convivi com o marxismo teórico e prático e sei de todas as suas insídias, principalmente, de sua arte de transformar a mentira em verdade. Eles começam invertendo ou deturpando o conceito de cada palavra. Indico o excelente e muito lúcido Padre Paulo Ricardo, reitor do seminário de Cuiabá. Vejam como tudo foi arquitetado e como controlam a cultura ocidental na tentativa de destruir a moral cristã pela via da revolução cultural em http://www.padrepauloricardo.org.br
SAI FORA TL (hoje, chamada de Ameríndia)!
CORREÇÃO: O site não tem BR. É http://www.padrepauloricardo.org. Vejam como Marcuse casou Freud com Marx nos EUA e promoveu Woodstok, o movimento Hippie, o feminismo ateu e embrutecido, entre outras coisas, como a liberação sexual, para acabar com a moral cristã e a família. Vejam como fizeram patrulhamento ideológico contra a figura do atual papa nos moldes inventados por Lenin. Vejam como querem uma alternativa à família e à Igreja, aliás, como se mostra a luta de Boff atualmente. Desmascarem esse povo sanguessuga, que continua na Igreja só para tirar dela sua maldita sobrevivência, enquanto procura destruí-la. Voltem para Cristo, o dos Evangelhos, testemunhado pelos apóstolos e não de invenção ou de formatação histórica, como dizem. Quem são eles para saberem de história? Vejam como usam de meras sugestões manipuladas para as divulgarem como falsas verdades. Fazem a mesma manipulação dos demônios contra o Deus da Verdade, quando querem distorcer e subverter a Palavra e os fatos.