
“Os embriões resultantes de fertilização in vitro, congelados nas clínicas de reprodução, entre 3 e 5 dias após a fertilização, não obedecem a nenhum desses critérios [da doutrina judaica], e por isso não são considerados embriões humanos — de acordo com o judaísmo, muito menos pessoas humanas”. – Dra. Mayana Zatz, geneticista, respondendo sobre a influência do judaísmo em sua vida.
A sinceridade é meta de Mayana Zatz para 2008! Sua primeira tentativa de falar a verdade, nada mais que a verdade, tinha tudo para dar certo.
Ela revelou um dos motivos pelo qual preza o judaísmo, que muito a tranquiliza na medida que corrobora com o empenho da cientista pelo uso de embriões humanos em pesquisa.
O judaísmo não considera que um embrião humano seja “pessoa humana com proteção legal”. Foi o que lembrou a geneticista no último dia 31, ao responder uma leitora da coluna Genética.
A questão proposta à Mayana Zatz tratava sobre a peseguição aos cientistas de origem católica, promovida pela mídia brasileira e por cientistas que desejam lucrar com pesquisas a partir da destruição de embriões humanos congelados:

Mayana aproveitou a oportunidade para surpreender a todos: agora, além do que considera discurso científico, ela decidiu citar o discurso religioso (judaico) para sustentar as pesquisas com células-tronco embrionárias.
Estratégia? Estratégico mesmo é não declarar-se ateu no Brasil quando se pretende a construção de uma aura imaculada, quando vale todo esforço para ganhar simpatia: seis de cada dez brasileiros jamais votariam, sob nenhuma circunstância, num candidato ateu ao Palácio do Planalto.
O médico Oliver Sacks cativou Mayana Zatz. Sacks considera-se um “judeu ateu” .
Mayana Zatz não é religiosa. Respondendo à parte da questão proposta por sua leitora, a geneticista esclarece: “não é minha religião que influencia minha convicção sobre a importância das pesquisas com células-tronco embrionárias ou de outras posições bioéticas que defendo”.
Na verdade, nem toda convicção de fé religiosa é compatível com fatos biológicos.
O pai da embriologia, Karl Ernst von Baer, afirma que a vida começa na fecundação. Nem 14 dias depois, nem 40 dias depois.
A ciência já provou que pesquisas com células-tronco de embriões humanos não dão resultados positivos. Apesar disso a militância da Dra. Zatz continua… A militância pseudo-científica, para mim, ganha novos significados. O que não quer dizer que um ateísmo militante esteja por trás de tais investidas.
Mais Mayana Zatz por aqui:






[...] Vamos aprender ciência: a geneticista judia escreve para a revista do empresário judeu e lembra que para o judaísmo o embrião humano não é uma pessoa antes de completar 40 dias de desen…. [...]
[...] atraso, cegueira medieval. Se os termos fossem aplicados ao judaísmo, religião na qual foram formados a geneticista, Mayana Zatz, e o empresário de mídia, Victor Civitta, não demoraria muito para que alegassem [...]