
No Brasil da Funai curumim que sobrevive a tentativa de infanticídio não encontra ajuda fácil entre os não-indíos, o homem branco.
Algumas comunidade indígenas, à exemplo de ONGs feministas pró-aborto, pregam a eliminação da criança fruto de gravidez indesejada. Para essas comunidades devem morrer os irmãos gêmeos, os filhos de mãe solteira, os deficientes.
Devem morrer pela mãos da própria mãe. Algumas mulheres índias desistem da vida da criança por conta da pressão social.
Em defesa da vida dos pequenos índios, a ONG pró-vida, Atini (Voz), trabalha junto às comunidades indígenas esclarecendo sobre o direito à vida de crianças rejeitadas e amparando as índias que não se submetem à cultura da morte que, assim como na sociedade em geral, também se manifesta entre os indígenas.
Atini tem blog e nele é possível conhecer as crianças que já foram salvas por esta iniciativa: http://vozpelavida-nossascriancas.blogspot.com/
A cultura da morte, que vitimiza todas as culturas, é promovida pelo “relativismo cultural“, pelo pensamento de que um mal, como o infanticídio, pode ser um mal numa sociedade e um bem em outra.
Não por acaso esta é a bandeira de organizações que promovem o discurso pró-aborto no Brasil. Seus militantes (su@s militantes, para sermos politicamente corretos) sabem que o embrião, o feto, o bebê estão vivos. Contudo, por meio de estratégias discursivas, esforçam-se para impor sua cultura de morte às demais culturas, numa clara demonstração de etnocentrismo: “vale minha cultura de morte, não vale sua cultura de vida”.
Estratégias que têm no relativismo cultural seu maior aliado. Não surpreende que os debates pró-aborto sustentem um relativismo “científico” sobre o início da vida, sobre o significado da própria vida humana.
Em entrevista a Agência Brasil a militante pró-aborto, Dulce Xavier, respondeu à defesa da vida do nascituro, a criança por nascer, com mais relativismo: “Não basta ter a vida biológica, é preciso que as pessoas tenham liberdade de se relacionar, de pensar, manifestar outras religiões e não serem discriminadas por isso.”
O ponto fraco de tal relativismo reside exatamente no que lhe dá sentido: não a razão, mas qualquer coisa que se aproximar de “consenso social”. Para o relativismo, “bem” é tudo aquilo que for socialmente aprovado.
O relativismo da cultura da morte sabe que sem aprovação social não pode existir. Por esta razão o “debate”, o “discurso”, a conquista do “espaço público” é mais importante para os abortistas do que a aprovação jurídica de itens da agenda pró-aborto.
Por isso a reação que se queira pró-vida falha quando usa os mesmos métodos da cultura da morte. Não é o “abstrato”, o “intangível”, próprio do discurso pró-vida. Ao contrário: somente a realidade, a personificação do que se tem a dizer pode-se sobrepor à cultura da morte.
Aliado a isso a releitura do “espaço privado” como lugar de transcedência e não como meio de conservadorismo utilitarista, é o que realmente incomoda o relativismo e a cultura de morte.
Trata-se de uma lição antiga encerrada nas palavras do evangelista: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós.”







[...] da FUNAI e seu “relativismo cultural” é porque o alvo principal é outro. Ofereço o seguinte texto, de um simpatizante, como [...]
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[...] sobre Hakani: A banalização da vida; Relativismo ameaça vida de crianças; Apelo no Canadá; Vídeo Hakani no [...]
gostei muito desse site, as ideias sao otimas para se refletir. e aproveitando o espaço aqui cedido ,gostaria de colocar a disposiçao a minha empresa ,porque tambem lido com vidas e saude. trabalho com transformaçao de veiculos, faço ambulancias e carros de remoçao ,uti movel;bombeiro entre outros.gostaria muito de no futuro podermos fazer ima justa parceria.
desde ja grato.
sousa- prouni veiculos especiais.