Aí vamos nós
Março 16, 2008 por Wagner Moura

Recomendo: Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations, do economista Clay Shirky . Tradução (bem) livre: Aí vamos nós – O poder da cooperação em tempos de internet 2.0
Um livro sobre como mudar o mundo por meio das novas plataformas de socialização. Frase de efeito para dizer que o orkut, o youtube, o flickr, o de.li.ci.ous e o seu blog é tudo o que você precisa para mudar o mundo!
Se eu conseguir, eu conto como foi.
A propósito, visite o blog do livro e assista uma palestra do autor.
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Notas…
Grupos
Grupos não são simples agremiações de indivíduos.
Quanto maior o grupo, maiores as necessidades dele.
Em situações que envolvem muitas pessoas é natural pensarmos primeiro em nós e depois no grupo.
No grupo, o número de pessoas não é mais importante que as conexões que elas possuem.
A complexidade do grupo, dada as conexões possíveis entre seus participantes, cresce mais rápido que o grupo.
Não unificar “grupos de talentos”, mas sincronizá-los.
Grupos sem gerenciamento servem (limitam-se) a pequenos esforços.
Comunicação
O sentido da hierarquia é mediar a comunicação do todo. É mais fácil hierarquizar que colocar todos para conversar com todos.
Importa oferecer plataformas com relações simbióticas bem mais que coordenação. O pensamento supera paradigmas: distribuir para juntar em contraposição a juntar para distribuir.
Planejar o discurso de um movimento é prever o que estará à margem de sua legitimidade.
Pesquisar: “arquitetura de participação”, termo do Tim O’ Reilly. Será “engenharia social”?
Moldamos as ferramentas de comunicação e por ela somos moldados.
Privatizar o discurso reduz seu poder de mobilização. Aprenda: 1) Simplifique e participe com foco em motivações pré-existentes. 2) Faça o discurso do possível. 3) Publicizar não significa generalizar.
Vantagem
Grupos sem estruturas formais, sem operações conservadoras de gerenciamento e não motivados pelo lucro.
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