
Art. 2o. A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. – Código Civil Brasileiro.
Duas mil mulheres serão convocadas a depor por suspeita de prática de aborto em uma clínica em Campo Grande (MS). O responsável pelo pedido de investigação é o promotor do Ministério Púbico do Mato Grosso do Sul, Paulo César dos Passos.
As abortistas apressaram-se em confundir a opinião pública divulgando que cerca de 10 mil de mulheres seriam convocadas a depor, “cerca de 40% de toda a população feminina cumprindo pena atualmente por todos os crimes no território nacional” – dramatizaram.
Não serão presas as 30 mulheres já indiciadas. A punição, para elas, será a prestação de serviços comunitários ligados a crianças. A medida será proposta a todas as outras mulheres que forem indiciadas, como defende o promotor do inquérito:
“O Ministério Público não quer nenhuma dessas pessoas na cadeia. O que existe é a aplicação da lei dentro do princípio de razoabilidade e bom senso”. – Paulo César dos Passos, promotor, em entrevista à Agência Brasil.
A impunidade para essas mulheres é defendida pela revista Época, cuja redatora-chefe, Ruth de Aquino, contou ter feito um aborto.






A Revista Época é “conveniente” e “conivente”. É de dar nó…
Paz e Bem!