Dulce Delírio Xavier é vira-casaca. Ao contrário dos ícones feministas que garantiram às mulheres o direito à propriedade, ao voto, Dulce e companhia – financiadas pela Ford Foundation (oi Ondina Leal, como vai? Gostei da última Célula de Informação!) – defendem que o aborto é um direito da mulher.
Viraram a casaca! Na verdade as feministas eram pró-vida e consideravam o aborto um crime. É o que se pode ver nas afirmações das seguintes líderes feministas:
Susan B. Anthony (na foto acima):
“Culpa? Sim. Não importa a razão, se a busca por alívio, ou um desejo de salvar o nascituro de sofrimentos futuros, a mulher que comete esta ação é terrivelmente culpada. Em vida, isto pertubará sua consciência! Na morte, isto perturbará sua alma. Mas oh, três vezes mais culpado é aquele que a impeliu ao desespero de cometer tal crime!” – no livro A Revolução
Elizabeth Cady Stanton:
“Se considerarmos que a mulher é tratada como propriedade é degradante, muito mais degrada a mulher ter que tratar suas crianças como propriedade, a serem dispostas como bem quisermos.”-
carta à Julia Ward Howe, 15 de outubro de 1873.
Emma Goldman:
“Na América o número de abortos atingiu proporções além do que imaginávamos… Que desgraça saber que dentre o proletariado a cada cem gravidezes se comete dezessete abortos.” - Mãe Terra, 1911.
Mattie Brinkerhoff:
“Quando um homem rouba para matar a fome, podemos seguramente concluir que há algo errado com a sociedade. Da mesma forma é quando uma mulher destrói a vida de uma criança por nascer é uma evidência de que ela está completamente errada, não importa as circunstâncias ou o nível de educação que possua.” - A Revolução, 4(9):138-9 02 de setembro de 1869.
Alice Paul
“Não há maior meio de exploração da mulher que o aborto!” - Registro de uma companheira desta mulher que foi autora da emenda Direitos Iguais (1923).
Para saber mais… Veja os cartazes feito por feministas leais às convicções pró-vida de suas predecessoras.







Isso sim é um autêntico feminismo. Eu só acredito nas mulheres que defendem suas crias com unhas, dentes e com a própria vida. Qualquer comportamento diferente desse, não pode ser autenticamente feminino. Eu hein!
Paz e Bem!
Excelente! Ah, a contradição…
[...] Mais dia, menos dia, a ressignificação será a única referência a um movimento de mulheres legítimo. A este processo dá-se o nome de “terceira onda do feminismo” ou “novo feminismo”. E advinhem só com qual termo ele quer estar associado? Pró-vida. O que não deixa de ser irônico já que no início do movimento de mulheres suas líderes eram declaradamente contrárias ao aborto. [...]