
“Não é mais Deus, mas o pobre, o primeiro princípio operativo da teologia. Mas, uma inversão dessas é um erro de prioridade; por outras, é um erro de princípio e, por isso, de perspectiva. E isso é grave, para não dizer fatal.” – Clodovis Boff, irmão do Leonardo Boff, dizendo a verdade que todo mundo já sabia sobre a mãe adotiva de Ceene Dubê.
E Cristo não era o pobre! Quem descobriu foi o Clodovis Boff em artigo recente no qual destoa do irmão Leonardo, a galinha do livro “A águia e a galinha”, fonte preferida da mídia cacarejante do anti-catolicismo nacional (foi Leonardo Galinha Boff quem mais contribuiu com a caricatura de Joseph Ratzinger – a águia que enfrentou a galinha – junto à imprensa brasileira).
Descobriu meio que tarde… Mas estava óbvio! Tedê Elle (sim, a mãe de Dubê… – ainda contaremos a origem das gêmeas que controlam a Igreja no Brasil) dissimulou o quanto pôde: Cristo é o pobre, o pobre é Cristo e o Papa somos a gente que trabalha o pão nessa comunidade de irmões, sem lenço, sem documento, nem batina, nem clergyman.
Em resumo: Clodovis Boff não concorda com o irmão e ainda demonstra que o Cardeal Ratzinger (atual Papa Bento XVI), que levou Leonardo Galinha ao tribunal do Santo Ofício, estava “parcialmente” certo (para mantermos o clima de STF que ainda não se dissipou em nossas preocupações) ao condenar Galinha e sua musa Elle. Para Clodovis, Tedê Elle confundiu o nível “transcendental” com o “categorial”. Em outras palavras, não é católica, é “dia-bólica”: a que desconcerta, desune, separa e opõe.
Verdade. Leonardo Galinha, que já havia convocado uma grande apostasia, vai ter que engolir a “apostasia” do querido irmão, Clodovis, que – surpresa! – rompe com Galinha e frita na farofa a feia Tedê Elle.
Hum… Sei não. Na dúvida: chuta que é macumba!







Boa… notícia?
Paz e Bem!
Curioso…
Eu sou a feia da foto acima, e vou processar vocês, já tenho todos os comprovantes de quem são.
Abraços e até o tribunal.