Vem Jesus, nosso divino amigo, encontrar-nos nas realidades que abraçamos, que nos abraçam. O Senhor do céu e da terra, das coisas visíveis e invisíveis… É Ele, eu posso ver! E Ele vem ao encontro daqueles que questionam, que bradam, que amam, ao encontro dos que esperam e pedem. Ele vem para os que choram. Sim, os que choram em lágrimas, suor ou riso. Ao encontro dos que choram por si e pelos seus.
É Jesus que passa e tudo, tudo, tudo torna-se vida, tudo vem às claras. Não há sombras, nem segredo de sombras, mas é noite. É certo, é Jesus. E ele vem, inclina-se para nos elevar em resposta a corações felizes, submissos, dependentes. Ah, Jesus! Se não te amássemos em verdade, te amaríamos em desejos cheios de ti. Mas já que em verdade estás aqui, queremos te amar ainda mais, amar em sacrifícios, em devotos sacrifícios de amor.
Jesus, meu divino amigo, que bom saber que estás aqui.
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