
(Nas margens do rio Senna eu sentei e chorei/ Foto da galeria maych)
“E faço absoluta questão de obedecer ao Papa e aos Bispos em tudo aquilo que tenho obrigação de obedecer e de acatar.” – Orlando Fedeli, presidente da Associação Cultural da Montfort, esclarecendo que não é o Magistério da Igreja.
O Prof. Orlando Fedeli é um homem doente. É ele mesmo quem testemunha o fato em uma longa e rancorosa crônica a respeito da confusão que criou com o Instituto do Bom Pastor (IBP).
Em sua primeira manifestação sobre o assunto Orlando Fedeli escolheu o Pe. Renato Leite (que testemunhou como Fedeli se relacionava com o IBP) como alvo preferencial, mas não deixou por menos o Pe. Perrel (o primeiro a se pronunciar sobre o encerramento das atividades do IBP do Brasil) acusando-o de “mau pastor”.
Nas palavras de um choroso Fedeli o Pe. Renato, Superior do IBP no Brasil, amigo e defensor da Montfort, teria saído do IBP (aos gritos) ao saber que o amigo de longa data de Orlando Fedeli, o Pe. Rafael Navas – Superior do IBP na América Latina, exigia que os seminaristas do instituto não frequentassem as aulas do presidente da Montfort.
A crônica de Fedeli, no entanto, não diz a razão de atitude tão hostil por parte de um amigo de décadas – Pe. Navas, aliás, foi o único que não ganhou adjetivos rasteiros do cronista. Curioso, uma vez que foi o Superior do IBP para a América Latina que censurou a influência da Montfort e o próprio Fedeli sobre os jovens seminaristas. Por que Fedeli poupa o amigo que teve a atitude mais hostil para com ele?
O cuidado não é o mesmo com Pe. Renato, “fogoso” defensor da Montfort que, nas palavras nada amigáveis de Orlando Fedeli, tornou-se um traidor dado a “piruetas” e “mentiras”. É neste tom desrespeitoso que cronista se dirige ao sacerdote que o alimentou com o pão eucarístico e que fora útil à Montfort até pouco tempo.
Para além das ofensas, a crônica lacrimejante de um solitário presidente da Montfort registra, enfim, o que Orlando Fedeli sempre teve muito cuidado em afirmar no site da Associação: ele é mesmo contra o Concílio Vaticano II e contra o rito ordinário da missa. Uma posição que deve estar adequada à obediência seletiva de Fedeli ao Papa – que por sua vez é profundamente agradecido ao Concílio, como já manifestou em alocução à Cúria Romana em dezembro de 2005.
Todos os bons amigos do Prof. Orlando Fedeli lhe “abandonaram” e são, agora, considerados “desertores em fuga” ou “aderidos ao inimigo”. Mas Fedeli permanece fiel… Só não se sabe bem a quem – já que não resta superiores invulneráveis à obediência seletiva do presidente da Montfort.
Resta-nos saber qual a doença que consome o cronista para que possamos ajudá-lo a recuperar a sanidade.
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Crônica: A Capela vazia…







Oremos por ele…
Paz e Bem!
Pelo visto o edifício erigido com a soberba intelectual do velho professor começa a dar sinais de ruínas. O seu desespero é tão intenso que ele não poupa da costumeira acidez de seus comentários até os que lhe serviram, como é o caso do Padre Renato Leite. O mais lamentável de toda essa opereta é a imagem cada vez mais extremista da Montfort, alimentada pela arrogância de seu fundador e imitada pelos seus dedicados seguidores.
Prezado Senhor,
Pax et Bonvs!
Acessei o site Montfort poucos minutos atrás e deparei-me com a crônica do Dr. Fedeli lamentando os incidentes/acidentes ocorridos no I.B.P.
E foi rastreando esta questão que cheguei ao v. blog.
Li e reli com a merecida e devida atenção v. comentário.
Daquilo que pude depreender da v. crítica quanto à postura do Dr. Fedeli, faço seguir algumas considerações, que na minha míope visão de leigo, creio ser de bom alvitre, uma vez as circunstâncias ora apresentadas.
Pelo totem do tom de v. críticas ao Profº Fedeli, que nesta exata oportunidade, creio pouco respeitosas, principalmente por se tratar de um ancião, é que venho infra comentar os possíveis “resvalos” morais do Dr. Fedeli, que o senhor insistentemente preclara.
01. Acredite ou não, NUNCA estive com o Dr. Fedeli, nunca o vi, só por fotografia que demora no site Montfort. Nunca assisti a uma palestra sua; É que as circunstâncias sempre conspiraram contra. E mais: Só estive em São Paulo uma única vez, quando ainda cadete em 1985, sendo que nesta época o Dr. Fedeli, salvo engano, deveria pertencer ao quadro da T.F.P, ainda que “congelado”. Não sou fâmulo desta organização. Tão somente conheço suas opiniões, corajosamente dispostas no ínterim daquele bem organizado e acreditado site que invoca S. L. G. de Monfort.
02. Não é minha pretensão estabelecer juízo de valores dos demais personagens envolvidos, v.g.: os Levitas Renato Leite e Rafael Navas, uma vez, também não os conhecer.
Amparado nas assertivas explicativas supram é que fica deveras fácil fazer minhas considerações com imparcialidade.
Saio do charco e subo a planície. Eis aquilo que minha consciência brada em acudir a causa defendida pelo Dr. Orlando Fedeli em sua crônica sobre o I.B.P.
E que dizer sobre ele senão relembrar as virtudes que cultiva e que ficam registradas nos seus inúmeros escritos?
Creio ser o Dr. Fedeli um homem humilde, entretanto possuidor dum temperamento forte que doma com vontade férrea, um obstinado pelas causas da Igreja Católica. Um apaixonado.
Humildade visível, visível no perdão sincero a quem o agrava. Todavia, sempre exigindo daquele um só requisito: Sinceridade. Humildade que não admite vingança, porque sendo o Dr. Fedeli um indivíduo forrado de avantajada erudição, educador dos mais eméritos, bem como profundo conhecedor do Evangelho de N.S.J.C. a quem ele tanto prega, por certo, não lhe faltaria a lembrança que “…a Deus pertence a vingança” (S. Paulo Apóstolo aos Romanos, XXII, IXX). Humildade que o faz sofrer com paciência as injúrias e outras agressões de um ódio, ora ostensivo, ora velado, na maioria das vezes por parte dos inimigos da Fé que ele caprichosamente defende, embora sempre manifeste seu pacífico protesto.
Por outro lado, sei que muito lhe apraz publicar as diversas e fecundas realizações de sua vida, principalmente os encontros com o Mons. Perl, secretário da P.C. Ecclesia Dei e com o Mons. Ranjith, secretário da C.C.D. e dos Sacramentos. Acontecimentos de magna relevância, ou não?
Seria isto vaidade humana, oposta aquela mesma virtude da humildade? Ou este estadeamento de suas obras estaria em parte justificado, ou explicado pela recomendação deste mesmo Evangelho de que “Não se ascende uma candeia para se colocar debaixo de um alqueire, mas sim sobre o candelabro, e assim alumia a quantos estão em casa. Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, a fim de que, vendo as vossas boas obras glorifiquem vosso Pai que está nos céus” ( Evangelho de S. Mateus, V, XIV…XVI).
Em uma de suas inúmeras respostas dispostas em seu site, identificaremos o amor por sua família, a quem dedica afeição muito rara, mostrando sempre ser um bom marido, igualmente pai zeloso e exemplar.
Será que o Dr. Fedeli poderia ser tão artificial e demagogo a este patamar? Por que as insistentes tentativas em satanizá-lo?
Ainda se faz pertinente recordar as inúmeras respostas que concede a milhares de cartas que deve receber mensalmente através do site Monfort, empenhando seu apertado tempo para réplica inclusive das mais simplórias indagações do orbe internauta, sem exclusão de adversários ideológicos; Tudo isso revela o seu amor efetivo pelo próximo.
Sou sabedor, através das inúmeras missivas dispostas naquele site, que o Dr. Fedeli, tem uma personalidade vigorosa, algumas vezes ácida, por assim dizer, porem persegue com tenacidade os objetivos que pretende alcançar. Por isso vem deixando um rol de incontáveis realizações no que diz respeito ao combate as ideologias humanistas, verdadeira caixa de pandora aberta imediatamente após a revolução francesa, dentre outros incontáveis préstimos a causa da Igreja.
E se alguns dos seus projetos não foram avante, acredito não dever-se a seu desânimo, mas a causas alheias à sua vontade.
Estou confidente que uma das notas mais significativas do seu modo de ser é o seu acentuado e patente desapego aos bens materiais. Homem de cultura invulgar, bem poderia ter multiplicado seus recursos em projetos pessoais de enriquecimento constante, tanto na literatura, no jornalismo como na política, uma vez seu inconteste poder de argumentação. Não o fez. Dissipa seu patrimônio nos interesses da religião.
Todo verdadeiro seguidor de Cristo, há de ser como o Mestre sinal de contradição, segundo o vaticínio de Simeão “Será alvo do ódio de alguns e da afeição de muitos”(Evangelho de S. Lucas, II, XXXIV). A esta condição não escapa o Dr. Fedeli, sendo que mesmo ainda em vida, vê-se mudar em compreensão e respeito as atitudes de alguns desafetos. Diz-se o adágio que só na posteridade se retificam o juízo sobre as pessoas. Estou certo que no seu caso, em relação a muitos, especialmente as de bom caráter e de boa fé não será preciso demorar muito, ainda em vida, muitos já mudaram de opinião, vide as cartas dispostas naquele site, reconhecendo-lhe os merecimentos.
E quanto a suposta manipulação de futuros sacerdotes oriundos do I.B.P. pelo Dr. Fedeli, vai esta ad calendas grecas. Fábula abissal, fictícia, irreal, além do que INEXEQUÍVEL. Nem o Monsenhor José Aírton GUEDES, Cura da Paróquia de N.Srª da Piedade no Bairro de Santo Amaro aqui na Cidade do Recife, em suas 102 primaveras, sendo o Padre em atividade mais velho em todo mundo, teria tal presunção.
E se o Dr. Fedeli está doente é de tanto ler as bobagens que escrevem a respeito dele!
Ta-ta
Em Recife-PE.
A.D. 21/08/2008
Caro Clovis, obrigado pela visita a este blog. Devo esclarecer que também sou um ancião uma vez que na vida os anos não se contam para rejuvenescer-nos. Bem ao contrário… Sou, assim, um ancião menos – bem menos – experiente que o ancião Prof. Orlando Fedeli, mas, como ele, digno de experimentar do meu próprio fel sempre que Deus o permitir para minha santificação.
Sobre do que padece o Prof. Fedeli não arriscaria uma resposta, uma vez que é preferível gastar meu futuro patrimônio com a religião que com processos civis.
Mas, asseguro por experiência própria que sal de frutas não faz mal a ninguém!
E que viva! Que tenha ainda muitos anos o Prof. Fedeli para que tenha todas as oportunidades de manter-se fiel à Igreja que é sempre a mesma, antes, durante ou depois do Vaticano II, como disse o Papa Bento XVI – ancião dentre todos anciãos.
Lamentável deboche.
em uma palavra: lamentável
Hum…
Olá Wagner Moura
Sofrendo com o que foi dito acima,
Já estou presente em seu blog a mais de 4:oo hs e li os comentários, também escrevi o meu post sobre o assunto, afinal também fui execrado naquele site que o Sr. Clovis defendeu com tanta pena do Prof. Orlando, também li sua crônica lamentável ou “Lamentante”, li também no Veritatis a ultima homilia do Padre que se foi, li a carta do Sr. Alberto Zucchi dizendo que tudo fizeram de bom pelos Padres do IBP no Brasil, somente uma coisa não fizeram, não ouviram seus conselhos e ensinamentos, porque os trataram como aprendizes e não como Padres, aliás é o que sempre fizeram, isto não seria novidade nenhuma.
O fato é que a muleta do Sr. Fedeli se quebrou e ele agora ficou totalmente exposto, resta saber agora qual caminho irá retomar.
Continuará atacando o Vaticano II ?
Se Tornará um Sedevacantista definitivamente ?
Atacará o IPB como sempre faz com seus ex. parceitos ?
Uma imagem eu guardei de tudo isso, os olhos do Sr. Fedeli contemplando a ausência de Jesus naquele Sacário vazio, realmente seria muito triste a certeza de que Jesus não estava mais presente naquele lugar.
Nicodemos, Jesus lhe disse:
Em verdade em verdade te digo, necessário vos é nascer de novo…
É uma boa chance de recomeço, porque para Jesus mesmo os velhos e idosos, doentes e quase mortos como ele mesmo disse, sempre poderão tornar a ser criança nascendo de novo e sendo totalmente renovados em seu homen interior.
Das cinzas poderão se reerguer um novo edificio perfeito para o Senhor, desde que seja em nome do Senhor.
Jesus Abençoe a todos.
[...] “Sou Doente” Afirmação de Fedeli … [...]
Se o velho professor está doente….procure seguir o conselho do próprio Cristo, médico dos médicos,que disse aos seus discípulos: “Quem vos ouve,a Mim ouve,e quem vos rejeita, rejeita Aquele que me enviou.” O mal que grassa no dr. Fedeli é a arrogância de se crer superior aos sacerdotes e de pensar que estes servem apenas para distribuir-lhe os sacramentos e nada mais.
Graças a essa maldita arrogância o trabalho em defesa da ortodoxia e da tradição se vêm solapados na terra de Santa Cruz.
[...] “Sou Doente” Afirmação de Fedeli … [...]
Prezado “presentepravoce” seja um ser digno e destemido e tenha pelo menos a coragem de se identificar. Fique tranqüilo, aqui não é o serviço de espionagem dos EUA.
As pessoas que trazem a lume o estandarte que seguem não precisa se disfarçarem com pseudônimos, ou fazerem reles críticas a alguém, mantendo seus respectivos nomes ocultos.
Sendo assim, não critique o Prof. Dr. Orlando Fedelli sem expressar o seu real nome, uma vez que somente os pusilânimes atuam dessa maneira. Mas, é normal que tal fato ocorra, pois os que são contra a jornada heróica do Prof. Fedelli, vivem de fazer juízos temerários e de propagarem “mexericos” na internet.
É de se impressionar o nível dessa gente. Que nível ! Advinharam o nível?
“Quem não junta comigo, espalha!”
E o professor Fedelli junta.
Os esforços, zelo e vigor do Prof. Fedelli em combater pela Santa Igreja merecem o devido reconhecimento, para não dizer o devido respeito. Se a acidez originada da exaustiva exposição a tantos inimigos da fé verdadeira causa tanta comoção, devemos então observar a caridade com que é tratada a honestidade intelectual e espiritual de tantos que se dirigem ao site do professor. E sua exemplar capacidade de argumentação, que só se sustenta por basear-se na verdade, jamais existiria se viesse de alguém que tivesse um ego tão nocivo conforme interpretado aqui.
Paz e Bem.
Custo acreditar que vocês são verdadeiramente católicos! Ficam discutindo opiniões pessoais, que apenas Deus poderá julgar, pois o que está no coração de cada um será levado para o juízo particular na hora da nossa morte.
Vocês deveriam lutar contra os inimigos da Santa Igreja Católica, não contra aqueles que lutam pela Santa Igreja Católica!
Salve Maria!
Num rio, a briga entre a àgua e a pedra, quem apanha é o peixe.
Pois, ficamos sem o IBP. Estamos aqui em Mogi tentando ter uma missa tridentina e ainda não coneguimos, hoc est, são mais de 45 famílias sem participar da missa. Gostaria, caso alguém consiga, que me forneça o tel ou o e-mail do padre Renato Leite, pois gostei muito da missa por ele celebrada no mosteiro de São Bento em São Paulo, uma vez que queremos contatá-lo.