O jornal O Estado de S. Paulo, a exemplo de outros veículos de comunicação, publicou a afirmação do especialista em medicina fetal e professor da USP, Thomas Gollop, para quem a menina Marcela de Jesus não era anencéfala mesmo após diversos médicos terem diagnosticado que a criança sofria dessa deficiência.
Sobre o assunto, seguem as seguintes considerações do jurista Rodrigo Pedroso:
1. O sr. Thomas Gollop não é apenas um “especialista em medicina fetal e professor da USP”. É também um dos mais destacados líderes do movimento abortista no Brasil. Será que ele falou como “especialista” ou como militante? E por que O Estado de São Paulo omitiu fato tão relevante sobre seu currículo, a saber, sua militância abortista?
2. Desconhecia essa praxe médica de fazer diagnósticos com o paciente já morto e enterrado.
3. O conceito de “morte cerebral” não existe no sistema jurídico brasileiro. A legislação faz referência à morte encefálica (ver art. 3o da Lei n. 9434/1997).
4. Segundo o sr. Gollop, a merocrania, que supostamente afetava a Marcela, também caracteriza a “morte cerebral”. Resta ao doudo “especialista” explicar como uma pessoa morta pôde viver tanto.
5. Ainda segundo o sr. Gollop, o prognóstico para a merocrania é o mesmo que para a anencefalia. Ou seja, em ambos os casos, a “terapêutica” que o “especialista” prescreve é a morte provocada da criança.
6. A matéria do jornal, além de lacunosa, é preconceituosa. Segundo o diário O Estado de São Paulo (cujos proprietários sempre mantiveram relações estreitas com a Maçonaria), “o caso da criança tem sido utilizado por grupos religiosos como argumento no debate no Supremo”. 1o) São só grupos religiosos que apresentam Marcela como argumento? Isto é fato verificado ou apenas uma ilação preconceituosa desse jornaleco falido? 2o) Um argumento tem peso menor por ter sido apresentado por um grupo religioso ou não-religioso? Ser religioso é falha de caráter ou já virou crime? Por que mencionar o caráter supostamente religioso dos grupos que apresentam Marcela como argumento e omitir a militância abortista do sr. Gollop? O que diriam se sublinhássemos o fato de que Thomas Gollop é judeu e faz parte daquele povo que pediu a crucificação de Jesus Cristo?
Oremos pelos pérfidos judeus!
(oração da antiga liturgia da sexta-feira santa)
Rodrigo R. Pedroso.







Imaginemos que o diagnóstico tenha sido, de fato, errado, e se descobrisse posteriormente que Marcela não era anencéfala. Com o aborto de anencéfalos liberado, ela teria sido abortada? Quantos bebês arriscaremos com diagnósticos errados e mortes provocadas?
Se esse tipo de aborto é porta de entrada para a eugenia, quantos mais “diagnósticos errados” e pessoas, das mais fracas e inocentes, com todos os tipos de doenças, deficiências e “condições indesejáveis”, morrerão? Elas perderão a vida não apenas por um erro moral, mas pela injustiça de um mecanismo legal pérfido.
Quantos sofismas e cretinices no STF…
[...] *** Conheça o Dr. Gollop. [...]