Sarah Palin, 44 anos, é a candidata à vice do republicano John McCain. Como o candidato à presidência dos Estados Unidos, Palin é contra o aborto e o casamento gay. O anúncio da candidatura dela ofuscou – enfim! – o estrelismo do candidato democrata, Barack Obama.
A estratégia na escolha de uma candidata praticamente desconhecida da política americana foi óbvia: conquistar o voto das mulheres (especialmente aquelas que votariam na candidata vencida Hillary Clinton) e da direita cristã (conservadora).
Palin já foi miss e é boa de discurso. Exagerando, diria que ela é o híbrido de Obama e Hillary no quesito carisma e… E… E no fato de ser mulher.
Mas o que há de maravilhoso na escolha de Palin é mesmo o pequeno Trig, o filho caçula dela, portador de síndrome de down que, a exemplo de muitas mulheres americanas, ela poderia ter abortado.
Eu conheço uma Palin brasileira que só muito recentemente entrou na política partidária, risos… Espero que haja alguma outra Palin há mais tempo na política brasileira e que ela possa surpreender a todos nós nas próximas eleições.
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Revista Veja, 10/09/08:
A seguir, alguns trechos do discurso em que Sarah Palin, na convenção republicana, soltou o verbo contra Obama:
“Esse homem (Obama) pode fazer um discurso inteiro sobre as guerras que os Estados Unidos estão lutando e nunca usar a palavra ‘vitória’, a menos que esteja falando de sua própria campanha.”
“Quem ouve seus discursos (de Obama) pode até esquecer que esse homem já escreveu duas autobiografias mas jamais aprovou uma lei ou uma reforma relevante.”
“Eles (Obama e Biden) têm dito que sempre ‘lutaram por você’, mas vamos ser objetivos. Há apenas um homem nesta eleição que realmente lutou por você, e em lugares onde vencer significava sobreviver e perder significava morrer, e esse homem é John McCain.” (Lembrando que McCain, ao contrário dos outros dois, lutou no Vietnã, onde foi torturado e ficou preso durante mais de cinco anos)
“O prefeito de uma cidade pequena é mais ou menos como um ativista comunitário, com a diferença de que tem responsabilidades de fato.” (Contrapondo sua experiência como prefeita do interior no Alasca ao trabalho de Obama em uma entidade comunitária em Chicago)
“A presidência dos Estados Unidos não é uma ‘descoberta pessoal’. O mundo tem ameaças e perigos, não é apenas uma comunidade, nem precisa só de um ativista.” (Ironizando o trabalho comunitário de Obama, no qual o democrata buscava um sentido para sua existência)
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Os críticos dizem que Palin é a “Juno” republicana (aquele filme…). Mas, na verdade, ela está mais para “Bella“. Li no insidecatholic.com






