
“A vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até à morte natural, é um valor inegociável.” – Papa Bento XVI durante conversa ao pé do ouvido com os sacerdotes da região Belém da Arquidiocese de São Paulo.
O Brasil precisa eleger bons políticos. Homens e mulheres que governem segundo os princípios da fraternidade e da solidariedade, em especial para com os excluídos e mais vulneráveis.
Nenhuma arbitrariedade que se oponha aos direitos dos mais fracos pode ser confundida com esses princípios. Qualquer político que lute pela corrupção de sua sociedade, promovendo uma cultura na qual a vida seja um valor negociável, não luta por algo que valha a pena.
O voto do cidadão precisa valer a pena.
Que político vale a pena? O que não rouba, o que apresenta boas alternativas de vida para a sociedade, o que tem compromisso com os mais necessitados.
Muitas coisas faz um bom político. Mas basta somente uma para fazer um mal político: acreditar que a vida humana é um valor negociável. Comete este equívoco o político que não acredita no direito universal à vida.
Lutar pela legalização do aborto não faz um político mais solidário. O aborto rouba a vida de mulheres e crianças. O aborto é desespero e o desespero não é uma alternativa, mas a ausência desta.
O político que tem compromisso com a legalização do aborto não tem compromisso com os mais necessitados de uma sociedade: aqueles que não podem sequer falar em defesa própria, as crianças por nascer, o nascituro.
“Se ao progresso técnico não corresponde um progresso na formação ética do homem e no seu crescimento, então aquele não é um progresso verdadeiro, mas uma ameaça para ele e para o mundo” – Papa Bento XVI durante audiência relâmpago com o presidente da Região Episcopal Belém, da arquidiocese de São Paulo, D. Pedro Luiz Stringhini.
O compromisso com os direitos fundamentais da natureza humana, como o direito à vida, fazem um bom político. Não é nada complexo. Ninguém pode ser fraterno e solidário se promove a construção de escolas e a desconstrução da vida do bebê que se quer “indesejado”.
Não há fraternidade legítima quando se promove a gestão da saúde e a ingestão de pílulas que comprometem a saúde de uma gestação, a eliminação de uma vida “indesejada”.
Para o solidário e fraterno não existem indesejados nem necessidade alguma em negociar o direito à vida por obras.
Promover a vida é a maior obra que um político de valor pode abraçar.
Faça seu voto valer a pena para todos.
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[...] A isto chama-se diplomacia. Resta saber se se trata de uma diplomacia de resultados… A julgar pelo que disse o monsenhor que citou a frase lá em cima, a diplomacia vaticana não é muito feliz. Há motivos, claro, para preocupações por parte dos pró-vida que sabem ser “a vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até à morte natural, é um valor inegoc…”. [...]