
Nós consideramos que essa é uma oportunidade para encorajar as famílias a apreciarem suas crianças, apreciarem-nas enquanto é possível e compreender que elas são um presente de Deus.” – Michelle Duggar, durante entrevistas, respondendo qual a razão de decidir ter tantos filhos.
Algumas famílias recebem benefícios do Governo americano para manter seus filhos. Não é o caso do casal Jim Bob Duggar e Michelle Duggar que se prepara para ter o 19º rebento! Atualmente o casal de Tontitown, no Arkansas, tem dez garotos e oito garotas (a mais nova completou dois anos).
A mãe, Michelle, tem 42 anos, boa saúde, não frequenta clínicas de reprodução assistida e é feliz com sua família. Isso tem chamado a atenção de alguns críticos para os quais a decisão de uma mulher em ter um grande número de filhos soa inconveniente.
O casal nunca abortou um filho – e, como se sabe, o procedimento do aborto movimenta uma indústria de milhões de dólares nos EUA. O motivo da “inconveniência” da família Duggar é que ela vive bem usando roupas usadas e sem receber “dinheiro público” para cuidar de seus filhos.

Marido e Mulher: o casal Duggar tem gastos de U$2.000 por mês só em alimentação, nenhum débito e uma família feliz.
Isto significa dizer que os impostos de cidadãos americanos abortistas não são usados para dar suporte à família Duggar. Mas, apesar disso, há sempre pessoas disponíveis a “argumentar” (força de expressão, entenda…) que os Duggar estão contribuindo com a superpolução do mundo, que são irresponsáveis e que não conseguem sustentar emocionalmente seus filhos.
Fico impressionado com tantas críticas a uma mulher que decidiu ter filhos como nossos avós faziam. E não vejo razão para que terceiros “imponham seus valores” sobre ela… Mas não me surpreenderia se essas mesmas pessoas apoiassem a decisão de mulheres que decidem estar mais propensas a ter um câncer de mama abortar e bradassem que ninguém tem direito de impedi-las – mesmo que o dinheiro público fosse utilizado para atender a decisão pessoal delas.
Quando os “valores” deles não estão sozinhos no destino do dinheiro público a coisa é diferente. Logo se acham no dever de impor seus “valores” sobre os outros, especialmente sobre famílias como a de Michelle que, segundo eles, não deveria ter tantos filhos assim.
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Mais sobre essa família na People.







[...] n’O Possível e O Extraordinário sobre o casal Duggar, do Arkansas, nos EUA; sobre seus 18 (quase 19) filhos; e principalmente sobre [...]
Lindo testemunho, não é?! Em relação ao aborto, eles abriram mão dos contraceptivos depois que tiveram um aborto espontâneo na primeira gravidez, e souberam que foi por causa da pílula. Aí os abortistas devem se roer mais ainda.
Deus continue abençoando os Duggar!
Na verdade é ela quem está impondo sua decisão de ter 19 filhos sobre o mundo.
Não existe essa suposta encruzilhada entre ‘ter 20 filhos’ e ‘abortar’. Existem métodos contraceptivos diversos, não apenas a pílula. Existe a possibilidade da abstinência, como o próprio Papa prega.
Os recursos do mundo são limitados e é nosso dever como pessoas zelar para deixar um mundo um pouco melhor para nossos descendentes – ou pelo menos menos pior. Se todas as pessoas decidirem agir como essa família, em duas ou três gerações, a população do mundo irá crescer de forma exponencial. Os recursos terrestres continuam os mesmos, não temos outro mundo para onde mandar mais pessoas. Onde está o erro de afirmar cada uma dessas coisas?
Veja bem, não quero ‘impor’ minha vontade sobre a mulher. Só acho válido afirmar que ela está sendo profundamente egoísta. Quando esse tipo de ‘imposição’ for necessário (pela simples questão de espaço físico, alimentação, poluição, etc) a sociedade há de estabelecer regras e cada um faz o que acreditar que seja melhor para cumprí-las.
Gostei do seu novo blog!
http://modaemodestia.wordpress.com/2009/09/02/abencoada-familia-espera-o-19%C2%BA-bebe/
Também fiz propaganda desta família abençoada!
JM
André, alguém que tem 19 filhos aparentemente bem criados assim pode ser qualquer coisas, mas egoísta… Acho que não. Depois não é a existência de famílias numerosas que traz problemas a um país – ou ao mundo -, mas, exatamente, a o pouco número de nascidos. Tanto que muitos países desenvolvidos estão abrindo as portas para imigrantes para não experimentarem do prejuízo que a baixa taxa de natalidade traz.
Essa é boa!
Agora a sociedade vai querer dizer quantos filhos queremos ter?
Adorei saber sobre essa família!
Se eu puder, terei quantos filhos forem possíveis!
Não serão “custos” que estarão vindo, mas presentes de Deus ao meu casamento.
É muito chato quando ouço as pessoas falando de filhos como se fossem apenas custo.
Conheço pessoas que dizem que não podem ter filhos porque não têm “condições financeiras” de criar.
No entanto, tem TV a cabo, computadores, ar condicionado, e pretendem comprar carro logo logo.
Tenho pena! Se tivessem um filho (a), trocariam tudo isso pela alegria de ver a criança sorrindo e brincando…
Salve Maria!
Gostei muito de saber dessa família. Dói em muita gente saber que eles são muito felizes.
Abraços.