Na madrugada de domingo a notícia: não, o plano de reforma na saúde americana, que cria um plano de seguro público, a concorrer com os privados, não inclui abortos por demanda. Foi aceita a proposta pró-vida, que reforça o não uso de fundos públicos para abortos, por 240 votos a favor e 194 contra.
A restrição ao aborto causou ainda reações firmes na ala liberal do partido democrata, de Obamaborto, que anunciou esforços para retirar a emenda na votação no Senado.
Li sobre:
Democratas cedem na questão do aborto para aprovar reforma da saúde de Obama
Congresso do EUA veta aborto em novo plano de saúde
An Abortion Deal, and the House Health Reforms Pass
Except for rape, incest or if the mother’s life is threatened
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Ainda quero entender… Os jornais divulgam que houve uma vitória dos pró-vida ao terem uma emenda aprovada no plano de saúde do governo Obamaborto. A vitória: impedir o financiamento público de abortos, menos nos casos de exceção como risco de morte para a mãe, incesto ou estupro.
Não é uma derrota? Bem, em política tudo é tão relativo! De repente as restrições ao aborto vão ter consequências maiores já que, pelo que entendi, os planos de saúde adquiridos por empresas privadas, com subsídios federais, estarão sujeitos às mesmas restrições. Ou seja: menos clínicas oferecendo cobertura de aborto em qualquer situação (por demanda)?
Os abortistas acharam que isso foi um retrocesso e as vezes acho que eles estão blefando… Mas, em todo caso, agora é a vez do senado americano votar o plano. E, pelo que já li, o senado é majoritariamente pró-aborto.
Sei lá… Tudo pode acontecer, estamos na era Ratzinger!







